17/11/2014

Dinheiro traz felicidade




Que dinheiro traz felicidade todo mundo sabe. Já foi até mesmo cientificamente comprovado que quem ganha mais é, de fato, mais feliz. A novidade é que ser feliz depende mais da maneira como gastamos nosso dinheiro do que de apenas ganhá-lo.
A explicação está baseada numa ideia explorada pela publicidade desde sempre: o que nos proporciona felicidade não são os bens em si, mas as experiências que podemos viver por meio deles. Um bom exemplo vem da professora de psicologia da canadense University of British Columbia, Elizabeth Dunn, coautora do livro Happy Money (Dinheiro Feliz): em vez de gastar dinheiro com um carro superconfortável para ficar horas no trânsito, é mais benéfico pagar por um lugar para morar mais perto do trabalho e passar alguns momentos com os filhos no fim do dia. Segundo ela, são esses minutos a mais, e não o banco de couro de um automóvel nem a bela casa aonde só se chega para dormir, que realmente podem proporcionar felicidade.

Edição 2400 / ano 47 n. 47 Pag. 38 – 19/11/14

Motivos para viver


Link para assistir entrevista com Lauro Milhomem Coutinho sobre: Psicanalise e Coaching:

http://www.youtube.com/watch?v=IShQZxhBccU

05/11/2014

Cultivando alegria


Um momento para reflexão. Pense como conduz sua vida diariamente e o que espera como resultado. Não sei da veracidade do texto abaixo. Mas é uma oportunidade para uma rever certezas positivas e negativas.

Dona "Maria Jiló" é uma senhora de 92 anos, miúda, então elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.
E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução.
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.
Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Ah, eu adoro essas cortinas... 
- Dona "Maria Jiló", a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...  - Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa.
E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem. Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.  - Simples assim? 
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e todos podem aprender, e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos afora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em consequência, os sentimentos.
Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidade na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica.

COMO MANTER-SE JOVEM
1.        Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2.        Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo. (Lembre-se disto se for um desses depressivos!)
3.        Aprenda sempre: Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.  'Uma mente preguiçosa é a oficina do Alemão' E o nome do Alemão é Alzheimer! 
4.        Aprecie mais as pequenas coisas - Aprecie mais.
5.        Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele /ela!
6.        Quando as lágrimas aparecerem. Aguente, sofra e ultrapasse. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios. VIVA enquanto estiver vivo.
7.        Rodeie-se das coisas que ama: Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. O seu lar é o seu refúgio. Não o descarte.
8.        Tome cuidado com a sua saúde: Se é boa, mantenha-a. Se é instável, melhore-a. Se não consegue melhora-la, procure ajuda.
9.        Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa.
10.      Diga às pessoas que as ama e que ama a cada oportunidade de estar com elas.

"Um dia você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida."

Erick Fromm disse que: "Alegria é uma chama sem luz que aquece a alma humana".

03/11/2014

O pai perdoa


Escute, filho: enquanto falo isto, você está deitado, dormindo, uma mãozinha enfiada debaixo do seu rosto, os cachinhos louros molhados de suor grudados na fronte. Entrei sozinho e sorrateiramente no seu quarto. Há poucos minutos, enquanto eu estava sentado lendo meu jornal na biblioteca, fui assaltado por uma onda sufocante de remorso. E, sentindo-me culpado, vim para ficar ao lado de sua cama.
Andei pensando em algumas coisas, filho: tenho sido intransigente com você. Na hora em que se trocava para ir à escola, ralhei com você por não enxugar direito o rosto com a toalha. Chamei-lhe a atenção por não ter limpado os sapatos. Gritei furioso com você por ter atirado alguns de seus pertences no chão.
Durante o café da manhã, também impliquei com algumas coisas. Você derramou o café fora da xícara. Não mastigou a comida. Pôs o cotovelo sobre a mesa. Passou manteiga demais no pão. E quando começou a brincar e eu estava saindo para pegar o trem, você se virou, abanou a mão e disse: “Tchau, papai!” e, franzindo o cenho, em resposta lhe disse: “Endireite esses ombros!”
De tardezinha, tudo recomeçou. Voltei e, quando cheguei perto de casa, vi-o ajoelhado, jogando bolinha de gude. Suas meias estavam rasgadas. Humilhei-o diante de seus amiguinhos, fazendo-o entrar na minha frente. As meias são caras – se você as comprasse tomaria mais cuidado com elas! Imagine isso, filho dito por um pai!
Mais tarde, quando eu lia na biblioteca, lembra-se de como me procurou, timidamente, uma espécie de mágoa impressa nos seus olhos? Quando afastei meu olhar do jornal, irritado com a interrupção, você parou à porta: “O que é que você quer”, perguntei implacável. Você não disse nada, mas saiu correndo num ímpeto na minha direção, passo os braços em torno do meu pescoço e me beijou; seus braços foram se apertando com uma afeição pura que Deus fazia crescer em seu coração e que nenhuma indiferença conseguiria extirpar. A seguir retirou-se, subindo correndo os degraus da escada.
Bem, meu filho, não passou muito tempo e meus dedos se afrouxaram, o jornal escorregou por entre eles, e um medo terrível e nauseante tomou conta de mim. O que o habito estava fazendo de mim? O habito de ficar achando erros, de fazer reprimendas – era dessa maneira que eu vinha recompensando por ser uma criança. Não que não amasse; o fato é que eu esperava demais da juventude. Eu o avaliava pelos padrões da minha própria vida.
E havia tanto de bom, de belo e de verdadeiro no seu caráter. Seu coraçãozinho era tão grande quanto o sol que subia por detrás das colinas. E isto eu percebi pelo seu gesto espontâneo de correr e dar-me um beijo de boa-noite. Nada mais me importa nesta noite, filho. Entrei na penumbra do seu quarto e ajoelhei-me ao lado de sua cama, envergonhado! É uma expiação inútil; sei que, se você estivesse acordado, não compreenderia essas coisas. Mas amanhã em serei um papai de verdade! Serei seu amigo, sofrerei quando você sofrer, rirei quando você rir. Morderei minha língua quando palavras impacientes quiserem sair pela minha boca. Eu irei dizer e repetir, como se fosse um ritual: “Ele é apenas um menino – um menininho!”
Receio que o tenha visto até aqui como um homem feito. Mas, olhando-o agora, filho, encolhido e amedrontado no seu ninho, certifico-me de que é um bebê. Ainda ontem esteve nos braços de sua mãe, a cabeça deitada no ombro dela. Exigi muito de você, exigi muito.
W. Livingston Larned

“Em lugar de condenar os outros, procuremos compreendê-los. Procuremos descobrir por que fazem o que fazem. Essa atitude é muito mais benéfica e intrigante do que criticar; e gera simpatia, tolerância e bondade. “Conhecer tudo é perdoar tudo”.
Livro: Como fazer amigos & influenciar pessoas.

01/11/2014

A futilidade da crítica


Medo da crítica um dos seis medos paralisantes do ser humano, demonstrados por Napoleon Hill, e que Dale Carnegie, procurou criteriosamente descrever sua futilidade e malignidade a quem faz e a quem recebe.
Carnegie relata:
A crítica é fútil, porque coloca um homem na defensiva, e, comumente, faz com que ele se esforce para justificar-se. A crítica é perigosa, porque fere o precioso orgulho do indivíduo, alcança o seu senso de importância e gera o ressentimento.
B. F. Skiner, o mundialmente famoso psicólogo, através de seus experimentos, demonstrou que um animal que é recompensado por bom comportamento aprendera com maior rapidez e reterá o conteúdo aprendido com maior habilidade do que um animal que é castigado por mau comportamento. Estudos recentes mostram que o mesmo se aplica ao homem. Através da crítica não operamos mudanças duradouras e consequentemente ocorre o ressentimento.
Hans Selye, outro notável psicólogo, afirmou: “Com a mesma intensidade da sede que nós temos de aprovação, tememos a condenação”.
O ressentimento que as críticas geram podem desmoralizar os empregados, os membros de uma família e os amigos, e ainda assim não melhorar a situação que tem-se condenado.
Lincoln, usava a seguinte máxima: “não julgueis, se não quiserdes ser julgados”.
“Não se queixe da neve no telhado da casa do vizinho, quando a soleira da sua porta não está limpa” disse Confúcio.
Disse Carnegie: Se você e eu quisermos evitar amanhã um ressentimento que poderá prolongar-se por décadas e durar até a morte, sejamos indulgentes e não critiquemos, pois assunto nenhum justifica a crítica.
Quando tratarmos com pessoas, lembremo-nos sempre de que não estamos tratando com criaturas de lógica. Estamos tratando com criaturas emotivas, criaturas suscetíveis às observações norteadas pelo orgulho e pela vaidade.
“Um grande homem demonstra sua grandeza” na opinião de Carlyle, “pelo modo como trata os pequenos”.
                                               Fonte: Como fazer amigos & influenciar pessoas.

Apesar do tempo, as palavras de Dale Carnegie continuam atuais, pena que ainda não foram adotadas para a transformação na maneira usada no tratamento interpessoal, em todos os níveis de relacionados. Mas se cada ser humano decidir promover pequenas mudanças no seu modo de perceber e tratar-se, em breve teremos uma verdadeira transformação e um mundo viverá na plenitude o sentimento real de paz.

29/10/2014

Mantra do sucesso


Repita sempre para si mesmo: "Minha popularidade, minha felicidade e meu senso de valor dependem sobretudo da minha habilidade no modo de tratar as pessoas" Dale Carnegie

09/10/2014

Viva a sua criança interior


"Características da criança interior nos guiam em direção à excelência, pois essa é a parte emocional que nos faz manter o prazer e a paixão pelos sonhos"

No decorrer da vida desenvolvemos um sistema de proteção, colocando máscaras e couraças para viver nos moldes e regras da sociedade. Assim, a nossa criança interior - o aspecto da nossa personalidade que mantém as características de alegria, criatividade, entusiasmo, encantamento frente à vida, abertura e confiança - vai sendo deixada em segundo plano, escondida e lentamente esquecida.
Essas características da criança interior nos guiam em direção à excelência, pois essa é a parte emocional que nos faz manter o prazer e a paixão pelos sonhos. É ela que estimula o ânimo e o amor pelos objetivos e a sensação de estar vivo, superar os limites e conquistar assim mais confiança para superar os desafios da vida pessoal e profissional.
Para isso, é importante cuidar dessa nossa criança, pois, consequentemente, estaremos cuidando da nossa paixão, energia e vontade de expandir nossos potenciais. A razão e a lógica ocupam a liderança na nossa vida e progressivamente perdemos o hábito de nos conectarmos com a liberdade da criança interior e entramos no famoso “piloto automático”, presos e encarcerados por esquemas mentais e de comportamento.
É possível se libertar das amarras da vida no momento em que expandimos a capacidade de conhecer a nós mesmos, estando mais atentos às nossas emoções e utilizando a capacidade única do ser humano de evolução. Se abandonarmos a nossa criança interior, abandonamos a confiança no futuro, o otimismo, o acreditar e o estar aberto a viver. Na realidade, a vida perde então o significado e sentido
Ser natural como uma criança significa ser espontâneo, estar aberto a experimentar a vida sem pré-julgamentos, sem filtros limitantes, sem crenças obsoletas e medos do que as pessoas possam pensar de nós. A criança interior existiu antes de nos tornarmos adultos e ainda existe! Se a deixarmos morrer perderemos a riqueza, a força, o entusiasmo e a capacidade de transformar os obstáculos em oportunidades.
Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos, Eduardo também é escritor e autor de importantes livros como Transforme seus Sonhos em Vida, da Editora Gente, sua publicação mais recente.

http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/artigo-viva-a-sua-crianca-interior/93338/ 

08/09/2014

Estudo global traça perfil de quem faz compras online


Nova pesquisa da Nielsen em 60 países mostra que latinos pesquisam mais produtos online, mas são os asiáticos quem mais compram
São Paulo - No mundo, quem mais pesquisa por aquele sonho de consumo em alguma loja online? E quem mais compra, de fato, tal sonho?
A nova Pesquisa Global de E-Commerce da Nielsen responde a essas perguntas.
A companhia entrevistou mais de 30 mil usuários em 60 países para analisar o comportamento deles em lojas online e suas intenções de compra.
Desde 2011, a porcentagem de usuários interessados em comprar algo pela internet mais que dobrou - incluindo diversos tipos de produto, como e-books, ingressos para eventos, bens duráveis, brinquedos, material esportivo e até produtos consumíveis.
Nos próximos seis meses, 46% disse que pretendia comprar roupas pela internet, 48% passagens de avião e 44% reservas em hotel, por exemplo.
"Consumidores de todo lugar querem um bom produto por um bom preço, e o ambiente virtual sem limites cria todas essas oportunidades, tanto para os fabricantes quanto para os consumidores", disse John Burbank, da Nielsen.
E-commerce entre os emergentes
O estudo da Nielsen concluiu que a busca por produtos em lojas online é maior nas grandes economias da América Latina e na região da Ásia-Pacífico.
Ambas as regiões ultrapassam a média global de busca em todas as 22 categorias de produtos listadas.
Na América Latina, os consumidores são os que mais pesquisam online. Contudo, não convertem toda essa busca em compra. São os consumidores asiáticos quem mais compram.
Segundo Burbank, há barreiras na América Latina, apesar do entusiasmo dos usuários: "Há barreiras por conta do acesso à internet precário, muitos impostos e taxas, alto custo para entregar o produto na região e problemas de logística".
Segundo o estudo, bens de consumo não duráveis tem uma menor taxa de pesquisa e compra que os bens duráveis.
Mas, entre aqueles que procuram por bens consumíveis, a taxa de compra é quase a mesma.
Por exemplo: 33% pesquisam cosméticos na internet; 31% acabaram comprando, de fato. Ou: 24% pesquisam produtos para animais domésticos; e 21% acavam comprando depois.
Já a diferença entre ver/comprar entre bens duráveis (aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos) é bem maior: em média, a taxa de compra é 7% menor.
Por outro lado, produtos como celulares, computadores e videogames são os mais pesquisados e desejados entre todas os tipos de produtos.
Plataformas
Em todas as regiões, os computadores são as plataformas preferidas dos consumidores para pesquisar e comprar produtos na internet.
Mas, no Oriente Médio e África, o smartphone é uma segunda opção poderosa, com 55% afirmando que também o utiliza - 11 pontos acima da média global, de 44%
Na Ásia, 52% disse que usa o celular para comprar, enquanto na América Latina essa taxa é de 48%. Na Europa, é bem menor: 33%.


http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/estudo-global-traca-perfil-de-quem-faz-compras-online

02/09/2014

Os três tipos de foco do líder


Os resultados de uma depende diretamente do foco de seus lideres, são três os tipos:

"O foco interno nos põe em sintonia com nossas intuições, nossos valores principais e nossas melhores decisões.
O foco no outro facilita nossas ligações com as pessoas das nossas vidas.
O foco externo nos ajuda a navegar pelo mundo que nos rodeia.
Um líder fora de sintonia com seu mundo interno será um desorientado;
Um líder cego para o mundo dos outros será um desinformado;
Os líderes indiferentes aos sistemas maiores dentro dos quais operam serão pegos de surpresa".
Daniel Goleman.

22/08/2014

Treinar pessoas: um projeto continuo


Diz o ditado chinês:

"Se você deseja um ano de prosperidade, cultive grãos. 

Se você deseja 10 anos de prosperidade, cultive árvores. 

Mas se você quer 100 anos de prosperidade, cultive gente".

10/08/2014

Lição da natureza



“Observando uma arvore, entendi que a fixação não impede sua capacidade de movimento e, que sua flexibilidade à protege de possíveis danos, pela ação do vento e demais componentes do meio. Ao contrario o ser humano, focado em possíveis danos pela ação de semelhantes, torna-se inflexível, isolando os efeitos da mobilidade”. 
Lauro Milhomem Coutinho

03/08/2014

Definição de saudade

Artigo do Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista

Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (...) posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além.
Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Comecei a freqüentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria. Vivenciei os dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento das crianças.  
Até o dia em que um anjo passou por mim! Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de químicos e radioterapias. Mas nunca vi o pequeno anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em seus olhinhos; porém, isso é humano!
Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. A resposta que recebi, ainda hoje, não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.
— Tio, — disse-me ela — às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade. Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!
Indaguei:
— E o que morte representa para você, minha querida?
— Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é? (Lembrei das minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, com elas, eu procedia exatamente assim.)
— É isso mesmo.
— Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!  
Fiquei "entupigaitado", não sabia o que dizer. Chocado com a maturidade com que o sofrimento acelerou, a visão e a espiritualidade daquela criança.
— E minha mãe vai ficar com saudades — emendou ela. Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei:
— E o que saudade significa para você, minha querida?
— Saudade é o amor que fica!
Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição melhor, mais direta e simples para a palavra saudade: é o amor que fica!
Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas, deixou-me uma grande lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores. Quando a noite chega, se o céu está limpo e vejo uma estrela, chamo pelo "meu anjo", que brilha e resplandece no céu.  
Imagino ser ela uma fulgurante estrela em sua nova e eterna casa. Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que me ensinaste, pela ajuda que me deste. Que bom que existe saudade! O amor que ficou é eterno.  
ATITUDE É TUDO!!!
Seja mais humano e agradável com as pessoas. Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.  
- Viva com simplicidade.
- Ame generosamente.
- Cuide-se intensamente.
- Fale com gentileza.
- E, principalmente, NÃO RECLAME!

Recebida por e-mail

25/07/2014

Os princípios enjaulados pela ganancia


            A dinâmica das relações humanas atuais, principalmente no tocante à educação, aquela que a família insere o filho na condição humana de perceber e aceitar o outro como semelhante, baseada em princípios ajustados com o passado dos anos, mas que compõe costumes e valores hereditários. Por vezes, aos olhos de quem consegue ver as pessoas e respeita-las, certamente deve ser invadido por sentimento nostálgico, de tempos não muito distante, que eram mais respeitadas.
Certamente a modernidade das relações liquidas, de pais sem tempo para acompanhar o desenvolvimento dos filhos, presos na culpa trocam o estabelecimento de limites, insumo da formação psicológica e moral, por presentes ou liberdade de atitudes dos filhos, aos olhos dos pais inofensivas brincadeiras de criança. No entanto, em muitos casos prejudiciais a quem esteja compartilhando o ambiente. Conclui-se que eles não sabem ou fecham os olhos para o futuro do adulto, que será a criança descuidada e não frustrada, com mais conteúdo e capacidade de interpretação, guardadas certas limitações.
            A impressão captável na forma de educação dos filhos é que são preparados para resultados e que o mundo é sempre um campo de batalha e a grande maioria das pessoas com quem irá conviver, seus inimigos. Deixando uma certa alusão que importante é o que se tem, e não o que se é. Comportamento estimulante à busca a qualquer custo de “coisas”, pois muitas não estão representadas conscientemente pelo individuo, árduo por possui-las, que torna-se presa fácil das inebriantes propostas de consumo. Use isso ou aquilo e serás o tipo que sonha ser, livre de frustrações e poderoso o suficiente para não depender de ninguém. Doce ilusão.
            Um exemplo da representação ter em detrimento do ser, é o que ocorre em uma cidade turística aqui de Goiás. Basta circular pelas ruas do centro da cidade abarrotadas de veículos, na região de barzinhos e restaurantes cheios de visitantes para testemunhar a passagem do Camaro amarelo, parado em fila dupla ou circulando lentamente, o motorista acelera fortemente o veículo continuamente, mesmo parado nos engarrafamentos, para chamar à atenção de quem observa ou passa, provavelmente dizendo “eu sou o cara”. Vale perguntar: será que o motorista sente-se senhor de si fora do carro? Ele é capaz de seduzir alguém sem a representação do carro?
            Parece que a busca descontrolada do ter empobrece o ser, cegando a pessoa para a realidade presente. Notícia veiculada em canais de comunicação de Goiânia, por volta do dia 15/7/14, noticiava a prisão de um jovem de aproximadamente 20 anos, que havia matado o pai para se apropriar de uma herança no valor de 80 mil. Valor atribuído pelo jovem à vida do pai. Outro caso estarrecedor foi a demonstração de irracionalidade do sujeito que amassou o carro de seu vizinho de garagem, empurrando-o com sua camionete em alta velocidade de macha ré. Como mostrado na tv, o carro amassado estava estacionado em cima da linha demarcadora do box. Ao descer do carro o motorista passou junto ao carro amassado e se quer olhou para o estrago feito no veículo alheio.
O ser educado é alguém que consegue reconhecer a presença, valor e direitos de seus semelhantes, independentemente de onde e com quem esteja.
            Se a educação primordial, aquela repassada pelos pais, referendada por pesquisa da UNESCO, concluindo que 75% da educação humana se dá na convivência familiar. É vital para a humanidade que seja mudar o foco para a formação de um sujeito efetivamente humano, que saiba reconhecer seus próprios valores e respeitar a si mesmo em todos os sentidos, só assim é capaz de respeitar e mesmo amar seu semelhante. Já que é impraticável, amar sem respeitar. Certamente a convivência humana terá um grande salto, com reflexos na redução dos conflitos, fruto do domínio, usado por pessoas que no íntimo, querem ser amadas, mas não são capazes de admitir, para não se parecerem fracas.

            Lauro Milhomem Coutinho

23/07/2014

Metade das empresas não chega ao terceiro ano


Estudo do IBGE analisou a dinâmica empresarial no Brasil entre 2007 e 2010. Para os pequenos empresários, resistir à burocracia é mais difícil.
Metade das empresas fundadas no país não resiste ao terceiro ano, e sucumbe principalmente à burocracia e à carga tributária que desestimula o investimento no setor produtivo. O levantamento mostra que do total de 464.700 empresas nascidas em 2007, apenas 51,8% sobreviviam três anos depois – e que 23,9% delas encerraram as atividades ao longo do primeiro ano de existência.
 
As maiores taxas das empresas consideradas sobreviventes encontram-se nas regiões Sul e Sudeste - 79,3% e 78,9%, respectivamente -, com índices acima da média nacional de 77,9%. Isso pode estar relacionado ao contingente maior de grandes empresas situadas nestes sete estados. "O índice de sobrevivência está diretamente relacionado ao porte da empresa. Se considerarmos só companhias sem empregados assalariados, por exemplo, a taxa de falência é maior: 54,7% saem do mercado no terceiro ano de atividade", salienta a analista do IBGE.

Erros mais comuns

FALTA DE PLANEJAMENTO: Muitos empresários começam a atuar sem fazer um plano de negócio. Antes de abrir uma empresa, é preciso estudar todos os aspectos que envolvem o negócio. Deve-se pesquisar quem será o público-alvo, fornecedores, custos fixos e variáveis, concorrência e localização adequada. Quanto mais informações o empreendedor tiver sobre seu ramo de atividade, maiores são as chances de sucesso.

COPIAR MODELOS EXISTENTES: É um equívoco reproduzir integralmente um modelo de negócio que já existe no mercado sem fazer inovações. No curto prazo, a cópia pode até trazer lucro, mas no médio prazo tende a não funcionar. O ideal é que o empreendedor se inspire em casos de sucesso para abrir seu negócio, mas saiba adaptá-lo à sua realidade para criar diferenciais. Para ter sucesso, é necessário haver alguma inovação em relação ao produto ou serviço oferecido pela concorrência.

NÃO ACOMPANHAR A ROTINA DA EMPRESA: Deixar a empresa só nas mãos de terceiros é arriscado. A dedicação é uma das principais qualidades de um empreendedor. Ele deve separar um determinado período do seu dia para verificar de perto a rotina de cada área da empresa. Se ele não tiver condições de fazê-lo, uma alternativa é trazer pessoas qualificadas para supervisionar cada setor. Porém, o empresário deve estar presente na empresa para fiscalizar o trabalho e para resolver problemas.

DESCONTROLE DO FLUXO DE CAIXA: Muitos empresários se perdem quando o assunto é administração. A empresa deve adotar um sistema de controle da entrada e saída de dinheiro. Em empresas menores, uma simples planilha consegue resolver o problema. Já empresas maiores podem optar por aplicativos mais elaborados para fazer este controle. Além disso, é preciso ter o hábito de checar as contas, de preferência todos os dias, e saber planejar o pagamento e recebimento dos recursos.

FALTA DE DIVULGAÇÃO DA MARCA: Não se pode esperar que o boca-a-boca garanta o sucesso da empresa. Para um marketing mais eficiente, o empresário tem de entender o mercado que quer atingir, saber onde o público dele está e do que ele gosta. A partir destas informações, estabelece-se uma estratégia e a propaganda ideal é direcionada para os clientes.

NÃO SE ADAPTAR ÀS NECESSIDADES DO MERCADO: Aquele empresário resistente às mudanças e fechado às novidades tende a ficar para trás. É importante que o empreendedor sempre se mantenha antenado às tendências do seu ramo de atividade. Ler matérias em jornais, sites e revistas ou conversar com clientes e fornecedores é de grande ajuda para conseguir mais informações sobre o mercado. O consumidor quer novidade e quem não se adaptar tende a perder espaço.

 Fonte:
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/no-brasil-metade-das-empresas-nao-chega-ao-terceiro-ano
http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2012/04/04/sebrae-lista-os-6-maiores-erros-de-quem-vai-a-falencia-saiba-como-evita-los.jhtm

17/07/2014

Relações objetais


O MOTEL

Luiz Fernando Veríssimo

Mirtes não se aguentou e contou para a Lourdes:
- Viram teu marido entrando num motel.
- A Lourdes abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estátua de espanto, durante um minuto, um minuto e meio. Depois pediu detalhes.
- Quando? Onde? Com quem?
- Ontem. No Discretíssimu's.
- Com quem? Com quem?
- Isso eu não sei.
- Mas como? Era alta? Magra? Loira? Puxava de uma perna?
- Não sei, Lu.
- Carlos Alberto me paga. Ah, me paga.
Quando o Carlos Alberto chegou em casa a Lourdes anunciou que iria deixá-lo e contou por quê.
- Mas que história é essa, Lourdes? Você sabe quem era a mulher que estava comigo no motel. Era você!
- Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir.
- Discretíssimu's!
Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram.
- Pois então?
- Pois então, que eu tenho que deixar você. Não vê? É o que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir.
- Mas você não foi enganada. Quem estava comigo era você!
- Mas elas não sabem disso!
- Eu não acredito, Lourdes! Você vai desmanchar nosso casamento  por isso? Por uma convenção?
- Vou!
Mais tarde, quando a Lourdes estava saindo de casa, com as malas, o Carlos Alberto a interceptou. Estava sombrio:
- Acabo de receber um telefonema - disse. - Era o Dico.
- O que ele queria?
- Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que, como meu amigo, tinha que contar.
- O quê?
- Você foi vista saindo do motel Discretíssimu's ontem, com um homem.
- O homem era você!
- Eu sei, mas eu não fui identificado.
- Você não disse que era você?
- O que? Para que os meus amigos pensem que eu vou a motel com a minha própria mulher?
- E então?
- Desculpe, Lourdes, mas...
- O quê???
- Vou ter que te dar uma surra...
 
CONCLUSÃO:
"DEVEMOS CUIDAR APENAS DA NOSSA SAÚDE,
POIS DA NOSSA VIDA, TODO MUNDO CUIDA."
 
Reflexão:
Existem pessoas que vivem presas ao que os outros estão pensando e falando sobre elas, esquecendo do que elas realmente são, pensam e sentem. Tornam-se órfãs de si mesma, fragilizando as relações familiares, profissionais e sociais.

28/05/2014

Felicidade: uma conquista diária


"Felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia" Mahatma Gandhi (1869-1948), advogado, político, pacifista indiano

            O sentimento de felicidade por se tratar de uma questão puramente subjetiva, nasce e se desenvolve no campo imaginário de cada pessoa, intensificando-se para a percepção de plenitude e autorrealização na proporção do autoconhecimento. Quanto maior a integração desenvolvida pelo sujeito em relação ao que pensa, fala e faz, maior é o domínio que terá de si mesmo. Isso minimiza a busca por objetos de consumo com a finalidade de promover estado de felicidade.
Erick Fromm, disse que se uma pessoa é o que ela possui (ter), então ela não é nada, porque os bens materiais são efêmeros e passageiros. O Ser, apesar de imaterial é real e permanente. Assim, pode-se afirmar que a verdadeira felicidade é um estado de plenitude alcançado pelo indivíduo que não depende de recursos externos para sentir-se feliz.
Salomão orientando através de provérbios disse: “Achastes mel? Come só o que te basta; para que porventura não te fartes dele, e venhas a vomitar”. 25.16.
            Claro que a vida do homem contemporâneo depende diretamente dos recursos materiais, sobretudo financeiros, para manter-se com o mínimo de dignidade. No entanto, a quantidade de recursos disponíveis não é garantia da ausência de angustia, ansiedade e depressão, alicerce da infelicidade.
Se olharmos além da palavra, captando o significado subliminar nela impresso, assim na palavra: PossuiDOR, encontra-se a dor do possuir que gera inquietação pela busca e gestão dos bens materiais, quando não ultrapassa os limites da convivência humana e desaba para disputas, que por vezes acabam em tragédias.
Vale pensar que acumular bens materiais não é antidoto para ressentimentos afetivos, decorrentes de relações tumultuadas vividas em um passado longínquo ou recente. Reunir bens e demonstrar poder não ajuda resgatar aquilo que foi perdido no tempo. Agir com bondade e amor é a melhor alternativa para um viver feliz.
A felicidade deve conquistada diariamente e a melhor estratégica é trazendo para a luz da consciência pensamentos, sentimentos e desejos desarticuladores da integridade, avaliando-os de forma criteriosa (adulta), suficiente para fazer escolhas que gerem atitudes e comportamentos mais apropriados aos planos pessoais de uma vida mais serena e perseverante.
Decida estar feliz e vigie sem tréguas seus pensamentos, sentimentos e desejos.

O livro descreve os aspectos e ferramentas fundamentais na gestão de uma empresa de moda, como ênfase para o segmento de roupas. Desta a importância da filosofia empresarial como norteadora da liderança no tocante a tomada de decisões e atitudes nos relacionamentos humanos. Demonstra o passo a passo de como definir e formalizar a estrutura organizacional, áreas, atividades, processos e funções. Mostra a importância do uso contínuo e coerente da ferramenta planejamento como meio de atingir os objetivos, estabelecer e manter padrões de qualidade de produto e gestão. Relata a moda como meio de comunicação humana, focando na organização das etapas necessárias à pesquisa, criação e ao desenvolvimento de produtos para compor coleções de moda, que atendam aos requisitos de qualidade, inovação e atratividade, exigidos pelo consumidor global.

Livro impresso:
Com o autor: Celular:062-8431.8498 - e-mail: laurocouti@gmail.com /  laurocout@hotmail.com.
Remessa pelos Correios - Brasil R$ 35,00

Copiadoras: Big Brother e Express - Av. Cora Coralina. Uma ao lado e a outra dentro do prédio do Campus - Goiânia da Universidade Salgado de Oliveira.
Livraria Leitura – Goiânia Shopping e Revistaria no Shopping Flamboyant - Custo: R$ 30,00 -

Livro digital: preço R$ 15,90


28/01/2014

Por que fazer Coaching?


 
O processo coaching é uma ferramenta usada para melhorar aspectos da vida pessoal e profissional, daqueles que compreendem e concordam que a mudança é uma maneira de ajuste e potencialização do modo de viver plenamente.

É um processo com começo, meio e fim, utilizado como gerador de novas perspectivas e oportunidades, que resulta em um significativo aumento no nível de satisfação e mais felicidade. Possibilita à pessoa reconhecer seus potencias e entender seu papel na vida pessoal e profissional, passando a encarar os desafios da vida com maior segurança e alegria.

O alvo deve ser a conciliação e o alcance dos desejos pessoais em equilíbrio com os demais aspectos da vida.

O processo acontece através de reuniões, com frequência e duração definidas (aproximadamente: 12 reuniões de 60 minutos cada) a partir dos objetivos a serem atingidos estabelecidos na contratação do serviço.

Áreas que podem ser trabalhadas no processo coaching:

·        Autoconhecimento – entender preferencias psicológicas e estilo pessoal. Perceber pontos fortes e pontos fracos. Avaliar o nível de estresse e minimizá-lo. Fazer auto avaliação do estágio de vida atual.

·        Planejamento pessoal – estabelecer objetivos claros e alcançáveis. Descobrir a missão de vida. Definir o caminho para atingir os objetivos. Sonhar alto, acreditar e investir na realização do sonho.

·        Recursos potencializados – Entender os mecanismos da motivação. Aprimorar a confiança e a autoestima. Tornar-se confiante e assertivo(a). Desenvolver habilidades de comunicação e relacionamentos eficazes. Ampliar a capacidade de convencimento e negociação. Desenvolver a competência para resolução de conflitos.

·        Eliminação de limites e bloqueios – analisar a fonte do medo e da ansiedade. Modificar comportamentos indesejados. Resolver conflitos internos. Priorizar valores internos. Aprender a lidar com frustrações e perdas. Adquirir a capacidade de recomeçar e se auto avaliar constantemente.
 

Benefícios possíveis:

            Respostas às principais perguntas de vida: Onde estou agora? Quais são meus pontos fortes e meus pontos fracos? Como otimizar meus recursos e potencialidades? Quais são meus desejos de realizações? Para onde estou indo? Como é possível resolver este meu problema particular? Como posso melhorar meus relacionamentos? Como ser bem sucedido(a)?


O que esperar do coaching

            O coaching é a técnica comportamental mais discutida nos últimos tempos e as empresas estão ávidas por implementar não somente a técnica, mas também a cultura do Coaching nas mentes e corações de líderes e colaboradores. O coaching tem o propósito de formar pessoas capazes de pensar por si mesmas, atingir resultados e transformar constantemente o ambiente, promovendo mudanças e encontrando novas formas de fazer resultados favoráveis.

           

Lauro Milhomem Coutinho

Personal Coach

Formado na AIC - Academia Internacional de Coaching

05/01/2014

Depressão – a doença da alma


Consta que o termo depressão foi usado primeiramente na língua inglesa para descrever o estado de desanimo, em meados de 1660. Deriva do latim “depressare, do verbo deprimere” (De = para baixo; Premere = pressionar).

Popularmente, depressão designa um sintoma ou síndrome, um estado afetivo ligado à tristeza. Conhecida como Transtorno Obsessivo Maior, a depressão é um transtorno psiquiátrico que afeta pessoas de todas as idades, por motivos diversos.

A depressão já é considerada por muitos como “a doença do novo milênio”. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), ela se situa em quarto lugar entre as principais causas de ônus entre todas as doenças. A depressão afeta aproximadamente 120 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 17 milhões de pessoas são portadoras da síndrome.

Os números mostram uma tendência grave, indicando que por volta de 2020, ela seja a segunda maior causa de incapacitação para o trabalho. Estima-se que em 2030, será o mal mais presente no planeta, à frente de câncer e de doenças infecciosas.

No Brasil, levantamento realizado em 2007, pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), constatou que 74.418 trabalhadores foram afastados de suas atividades em decorrência de depressão.

Até recentemente, a depressão era comum em adultos com mais de 40 anos, hoje já é comum entre indivíduos com 25 anos.

Segundo o Dr. Dráuzio Varela, os principais sintomas são: 1) alteração de peso (perda ou ganho de peso não intencional); 2) distúrbio de sono (insônia ou sonolência excessiva praticamente diárias); 3) problemas psicomotores (agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias); 4) fadiga ou perda de energia constante; 5) culpa excessiva (sentimento permanente de culpa e inutilidade); 6) dificuldade de concentração (habilidade diminuída para pensar ou concentrar-se); 7)) ideias suicidas (pensamentos recorrentes de suicídio ou morte); 8) baixa autoestima; 9) alteração da libido.

O Dr. Dráuzio Varela diz que os quadros leves costumam responder bem ao tratamento sicoterápico. Nos graves e com reflexo negativo sobre a vida afetiva, familiar, e profissional e em sociedade, o acompanhamento médico e a indicação de antidepressivos, são fundamentais para tirar a pessoa da crise.

A causa exata da depressão continua desconhecida.

            Referência: Revista de Psicanalise n. 22 pagina 42

27/12/2013

O que é o processo Coaching?


A história do Coaching começou a ser escrita há alguns séculos na Grécia Antiga, por alguns importantes filósofos da época: Sócrates, Platão e Aristóteles. Embora eles não usassem o termo "coaching", faziam uso de um processo de perguntas que levava as pessoas a refletirem sobre as respostas desejadas, possibilitando novos entendimentos, consequentemente novas opções. Isso é o a base do Coaching. Fazer perguntas poderosas que ampliem a consciência e que levem a pessoa a ter novas percepções, é uma das principais habilidades que um Coach tem que ter.

Ainda no processo histórico, em 1500, o termo Coach foi utilizado para nomear os condutores de carruagem, pessoas responsáveis em levar uma pessoa de um ponto “A’” até um ponto “B”.

Na Década de 70, o americano Timothy Gallwey, foi um dos pioneiros no desenvolvimento dos conceitos de Coaching, obtendo grande destaque como orientador de tenistas e golfistas famosos. Para a época, seu método foi considerado revolucionário, pois levou os atletas a se destacarem, e a diferença estava em trabalhar não somente aspectos técnicos do jogador, mas também aspectos comportamentais, em especial o que eles pensavam e o seu nível de concentração.

A partir de 1980, com a expansão do Vale do Silício, o Coaching entra no mundo organizacional como um processo de realização de metas e se consolida como profissão no mundo dos negócios e, desde então, cada vez mais, indivíduos e organizações reconhecem o valor de um Processo de Coaching para melhoria de performance, alcance de equilíbrio e resultados extraordinários.

Nos últimos anos, o Coaching, um processo que pode ser realizado individualmente ou em times, vem ganhando credibilidade e conquistando respeito e reconhecimento em diferentes partes do mundo, incluindo o Brasil, onde tem sido cada vez mais procurado por pessoas e organizações. O Sucesso do Coaching, está associado ao fato de oferecer excelentes benefícios, especialmente economia de tempo e retorno do investimento traduzido em resultados.

Vale ressaltar que:

·         Nos EUA, 22% das pequenas empresa utilizam algum tipo de Coaching e a projeção garante um aumento de 50% nos próximos anos. (Infinita Research).

·         Um estudo publicado no Public Personnel Management Journal, conclui que profissionais que participaram de treinamentos gerenciais aumentaram em 22,4% sua produtividade. E aqueles que tiveram Coaching, após esse mesmo treinamento, aumentaram sua produtividade em 88%.

·         Segundo a Revista Fortune, mais de 40.000 Executivos possuem Coaches nos Estados Unidos.

·         Um mercado de 2,4 bilhões de dólares (só nos Estados Unidos) cresce 18% ao ano de acordo com o Market Data Report.

·         88% das Organizações no Reino Unido utilizam Coaching de acordo com a Bristol University.

·         Em países como a Austrália, 70% das empresas contratam Coaches.

·         Estudos da "FastCompany.com" relatam que:

·         43% dos CEO’S e 71% dos Altos Executivos já trabalharam com um Coach

·         63% das Organizações tem planos de aumentar a utilização de Coaching

·         93% dos Líderes que atuaram com Coches, planejam recontratar ou continuar os trabalhos.

·         De acordo com o "The Economist", o Executive e Bussiness Coaching crescem 40 % ao ano.

 

Lauro Milhomem Coutinho

Personal Coach