22/01/2009

Valores Humanos Universais

1. VERDADE. Aspecto intelectual.
A verdade é o principio básico que está por trás de todas as formas de vida. Ela dirige a conduta do ser humano autentico e o ajuda a superar seus temores. É o que dá significado e dignidade à vida.
A verdade é um valor humano, porque o homem, mesmo conhecendo-a, dentro da relatividade de sua mente e, emitindo julgamentos variáveis sobre as coisas, pode fazer dela a motivação para a busca do divino.
A verdade absoluta é Deus.

Subvalores ou valores relativos:
Otimismo, Discernimento, Atenção, Reflexão, Honestidade, Exatidão, Coerência, Justiça, Lealdade, Liderança e Humildade.

2. AÇÃO CORRETA. Aspecto físico.
A ação correta resulta da sintonia harmônica do ser humano com a natureza e com o universo. O ser humano Age corretamente sempre que ouve a voz interior, da consciência.
É um valor humano porque, sendo o ser humano uma mescla de ignorância e conhecimento, de bem e mal, tem na ação correta à prevalência do bem. Só o ser humano é capaz de moldar seu caráter e escolher o próprio comportamento. Como valor absoluto, é a lei cósmica eterna, que tudo sustenta e permeia.

Subvalores ou valores relativos:
Dever, Ética, Honradez, Iniciativa, Responsabilidade, Respeito, Simplicidade, Amabilidade, Bondade, Disciplina, Limpeza, Ordem, Coragem, Integridade, Dignidade, Prudência e Serviço ao próximo.

3. AMOR. Aspecto psíquico.
O amor é a energia de criação e coesão, transformação e manutenção da vida. É a força que abastece a psique, a alma. Essa plenitude é o alimento que nutre a mente e se reflete no pensamento, palavras, ações e habito.
O exercício do amor é que revela o ser profundo, sagrado, transcendental e sublime.
Quando o ser humano consegue transpor a autopreservação, o sentido de posse, vencer os limites das preferências e aversões, realiza a divindade na condição humana.
Como valor absoluto, é a manifestação de Deus.

Subvalores ou valores relativos:
Dedicação, Amizade, Generosidade, Devoção, Gratidão, Caridade, Perdão, Compaixão, Compreensão, Simpatia, Igualdade, Alegria, Espírito de Sacrifício e renuncia.


4. PAZ. Aspecto mental.
A paz é o alicerce da felicidade do homem. Ela advém da eliminação da desordem interior criada pelos estímulos dos sentidos, emoções e pela formação sucessiva e não seletiva de pensamentos e desejos.
A mente pode ser a principal aliada na construção da paz interior, mas também o mais sério obstáculo a ser transposto. Disciplinada, é o ponto de equilíbrio entre a personalidade e o espírito. Desorientada, fonte de inquietações, pensamentos inúteis e desgastantes que corroem a paz interior.
Na paz é que se processam as transformações da personalidade.
Enquanto valor absoluto é a bem-aventurança divina.

Subvalores ou valores relativos:
Silêncio interior, Calma, Contentamento, Tranqüilidade, Paciência, Autocontrole, Auto-estima, Autoconfiança, Auto-aceitação, Tolerância, Concentração e Desprendimento.

5. NÃO VIOLÊNCIA. Aspecto espiritual.
A não-violência é o reflexo da vitória do espírito sobre a natureza animal instintiva. Respeitar a si mesmo, todos os seres, coisas e leis naturais, com humildade, amor e cooperação, é vivenciar a não-violência.
A vida se nutre da vida, mas o ser humano pode subsistir sem causar danos desnecessários às demais formas de vida.
Pela não-violência revela-se o que existe de melhor no humano. É a característica dos fortes e mansos de coração.
É um valor absoluto porque é a meta da realização humana.

Subvalores ou valores relativos:
Fraternidade, Cooperação, Concórdia, Altruísmo, Força interior, Respeito à cidadania, Patriotismo, Responsabilidade cívica, Unidade, Solidariedade, Respeito à natureza, Respeito às diferentes raças, culturas e religiões, Uso adequado: do tempo, da energia, do dinheiro, da energia vital, da energia do alimento e do conhecimento.

Reflexão:
A adoção dos valores humanos universais, como princípios norteadores do ser humano com seus pares, seja nos relacionamentos amorosos, familiares, fraternais ou comerciais, prestam-se como fator preventivo da angustia, da raiva, do sentimento de inferioridade e culpa e, sobretudo, do sentimento de dominador e dominado.

Referencia bibliográfica:
DISKIN, Lia; MARTINELLI, marilu:MIGLIORI, Regina; ESPIRITO SANTO, Ruy – Ética, Valores Humanos e Transformação. Série Temas Transversais, vol. 1 São Paulo: Ed. Peirópolis, 1998.

13/01/2009

O granjeiro e o sábio

Um granjeiro pediu, certa vez, a um sábio, que o ajudasse a melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento.

O sábio escreveu algo em um pedaço de papel e colocou em uma caixa, que fechou e entregou ao granjeiro, dizendo:
“Leve esta caixa por todos os lados da sua granja, três vezes ao dia, durante um ano”.
Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo segurando a caixa, encontrou um empregado dormindo, quando deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio-dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos sem alimentar. E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os gêneros.
A partir daí, todos os dias, ao percorrer sua granja, de um lado para o outro, com o seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas.
Ao final do ano, voltou a encontrar o sábio e lhe disse:
“Deixa esta caixa comigo por mais um ano; minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto”.
O sábio riu e, abrindo a caixa, disse:
“Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida”.
No papel, havia escrito a seguinte frase: “Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las constantemente”.

Referencia: As 100 mais belas parábolas de todos os tempos.

Reflexão:

O segredo do sucesso de qualquer atividade, está centrado em 4 etapas básicas: Análise, Planejamento, Implementação e Controle. Assim, quem deseja abrir um negócio, independente do tamanho e ramo de atividade, é vital familiarizar-se com as etapas acima mencionadas. Elas devem ser aplicadas diariamente em toda tarefa e atividade. O gestor de um negócio deve destinar grande parte de seu tempo na aplicação e avaliação das 4 etapas. Segundo Deming, 85% dos acertos e erros de uma empresa têm origem no planejamento.

05/01/2009

Filme: Nick - uma lição de vida

O valor do tempo e dos amigos

Todas as manhãs, são creditados para cada ser humano 86.400 segundos. Todas as noites, o saldo é debitado perda. Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam. Não há volta. Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário. Invista, então, no que for melhor, na saúde, felicidade e sucesso!
O relógio está correndo.
Faça o melhor para o seu dia-a-dia.
Para você perceber o valor de UM ANO, pergunte a um estudante que repetiu o ano.
Para você perceber o valor de UM MÊS, pergunte para uma mãe que teve o seu bebê prematuramente.
Para você perceber o valor de UMA SEMANA, pergunte a um editor de um jornal semanal.
Para você perceber o valor de UMA HORA, pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.
Para você perceber o valor de UM MINUTO, pergunte a uma pessoa que perdeu um trem.
Para você perceber o valor de UM SEGUNDO, pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.
Para você perceber o valor de UM MILISEGUNDO, pergunte a alguém que obteve uma medalha em uma Olimpíada.
Valorize cada momento que você têm! E valorize mais porque deve dividir com alguém especial, especial suficiente para gastar o seu tempo junto com você.
Lembre-se o tempo não espera por ninguém.
Ontem é história.
O amanhã é um mistério.
O hoje é uma dádiva. Por isso é chamado de PRESENTE.

Reflexão:
Não espere perder alguém para perceber seu real valor.
Busque diariamente passar a limpo as relações, sobretudo, com pais, esposo, esposa, filhos. Enfrentar os conflitos, tendo como objetivo principal, a harmonia, é a melhor saída para a prevenção de ressentimentos, causa primaria da angustia e de doenças.
Procure estar sempre de bem com as pessoas. Assim, na perda, chore pela saudade que a ausência de quem partiu provocará, sem a necessidade de chorar pela culpa, movida por sentimentos transformados em ressentimentos, não resolvidos no tempo apropriado.


Referencia: As 100 mais belas parábolas de todos os tempos.

Planejando uma vida

2009, será um ano inesquecível, o ângulo e os resultados, dependerá da visão e forma individual de encarar a crise mundial. Ameaça ou Oportunidade – você decide.

Palestra realizada, sobre a importância do planejamento para o ano e para a Vida.

DESEJO
São as necessidades humanas moldadas pela cultura e pelas características individuais.
À medida que a sociedade evolui, os desejos de seus membros aumentam.

PLANEJAMENTO
É um processo desenvolvido para o alcance de uma situação desejada de modo mais eficiente e efetivo, com uma melhor concentração de esforços e recursos.

OBJETIVO
É uma meta para a qual o individuo direciona seus esforços.
O que difere um objetivo do desejo, é que o objetivo deve ser quantificado e qualificado, tendo o desejo como base.
Exemplo: Desejo: Ganhar um bom salário mensal. Objetivo: Ganhar R$ 10.000,00 por mês a partir do mês abril/09.

VISÃO
É um objetivo preciso, definido claramente, com um plano e um esquema detalhados que servirão para alcançá-lo.
Para Salomão, adquirir uma visão genuína é como usar um excelente guia de estradas. Significa ter uma imagem perfeitamente nítida do destino final e um mapa detalhado para chegar até ele.
“A fonte de poder de Salomão é a visão, e o combustível é a esperança”. Steven K. Scott

ESPERANÇA
É uma crença bem fundamentada e segura de que uma visão (meta, desejo ou promessa) será concretizada ou realizada dentro de uma quantidade especifica de tempo.
A esperança adiada deixa doente o coração, mas o desejo realizado é como a árvore da vida. Provérbios 13:12.

O SEU DESEJO PROFUNDO SERÁ SEGURAMENTE REALIZADO
O Seu desejo sincero, o anseio do profundo da sua alma será, seguramente, realizado. Isto porque o profundo da alma está ligado à consciência de Deus. Extraído livro da Seicho-No-Ie: Convite à prosperidade 1.

NÃO SE IMPACIENTE EM REALIZAR O OBJETIVO
Henry Ford disse: “Se desenharmos na mente aquilo que desejamos intensamente, um pequeno ente espiritual que está dentro de nós irá em busca dessa coisa desejada e voltará com ela”. Extraído livro da Seicho-No-Ie: Convite à prosperidade 1.

UM DESEJO SEM OBJETIVO CERTO É DIFICIL DE SER CONCRETIZADO.
Mesmo que você deseje algo magnífico, se não sabe em que utilizá-lo depois de conseguido, se não tem um objetivo certo onde empregá-lo, esse desejo pode não se realizar. Extraído livro da Seicho-No-Ie: Convite à prosperidade 1.

CONTE O SEU PLANO A DEUS
Jamais reduza o plano que você tem, achando que é pedir demais. O seu plano é plano de Deus. Acredite que Ele está agora com você. Acredite e coloque o seu plano nas mãos de Deus. Extraído livro da Seicho-No-Ie: Convite à prosperidade 1.

Elaborando o projeto de vida

1º Passo – defina as áreas que deseja planejar: Familiar; profissional; pessoal; Espiritual; Econômica; Social.

2º Passo - Coloque uma em cada folha de papel.

3º Passo - Defina prioridades para cada área, começando pelos sonhos mais desejados.

4º Passo – Elabore um plano de ação detalhando as metas, datas de concretização do objetivo.

O Princípio Fundamental da Felicidade e da Prosperidade

Palestra realizada, tendo como referência bibliográfica o livro da Seicho-No-Ie: Convite à Prosperidade 1.


RECONCILIE-SE COM TODAS AS COISAS ATRAVÉS DO AGRADECIMENTO.
O sentimento de gratidão é a vibração máxima da alma para se reconciliar com todas as coisas do céu e da terra; é a mais sincera resposta às coisas já recebidas.

O AGRADECIMENTO E O AMOR SÃO DUAS FACES DE UM MESMO SENTIMENTO
· O agradecimento é a manifestação do sentimento com todas as coisas boas.
· O Amor é um sentimento que percebeu consciente ou inconscientemente que todas as coisas e o eu são, no fundo, um só corpo

NÃO MENOSPREZE MESMO UMA PEQUENA EXPERIÊNCIA
Tanto uma gota d’água como a água de uma grande catarata obedecem a uma mesma lei. Até a menor experiência é regida pela mesma lei mental que rege uma grande experiência.

AGRADEÇA A MAIS PEQUENINA BÊENÇÃO RECEBIDA
Agradeça com o coração puro, mesmo a uma pequena graça, a um pequeno presente ou a uma pequena felicidade

NÃO TENHA PENSAMENTOS SOMBRIOS E PESSIMISTAS
Os sentimentos opostos ao de gratidão, isto é, os de queixa, de ódio, de desconfiança, de medo ou de preocupação, inutilizam o efeito da sua oração.
Se existe gratidão não existe infelicidade.

NÃO TENHA SENTIMENTOS AGRESSIVOS
Se agradecermos às pequenas graças e benefícios já recebidos, virão a seguir graças maiores. Se tivermos queixas e insatisfações acerca das graças já recebidas, se tivermos um coração violento e cheio de fúria, só teremos resultados violentos.

PARA TRAZER À REALIDADE O “INFINITO” DO ÍNTIMO
Algumas vezes, o melhor, quase sempre, traçamos mentalmente uma CERCA ao nosso redor e autolimitamo-nos pensando que, além disso, não podemos nos desenvolver.

SEMEANDO A GRATIDÃO, A FÉ E A ALEGRIA
Pessoas que choram de infelicidade estão colhendo o fruto da semente mental de “infelicidade” que vieram plantando até hoje; por isso, após essa colheita, não devem mais plantar tal semente.

DEUS ESTÁ DENTRO DE NÓS
Astronauta Soviético diz: ultrapassei a atmosfera da terra e subi bem alto, mas não vi Deus em parte alguma.

SOMENTE DEUS É A FONTE DA SEGURANÇA, FELICIDADE E SAÚDE
Somente Deus é a suprema garantia de segurança. A segurança existe quando confiamos em algo ou alguém.

O HOMEM TAMBÉM CRIA COM A MENTEQuando no princípio Deus criou o Mundo, não existia a “matéria” para servir de matéria-prima. O único material que existia era a mente.

16/12/2008

Poder nas relações humanas

Para Foucault, o poder é um feixe aberto, mais ou menos coordenado de relações, para ele, “não existe algo unitário e global chamado poder, mas unicamente formas dispares, heterogêneas, em constante transformação. O poder não é um objeto natural, uma coisa; é uma prática social e, como tal, constituída historicamente”. (FOUCAULT, 1979, p. X).
Sendo o poder uma prática inerente ao ser humano, que surgiu fundamentada na necessidade de regular as relações sociais, com o estabelecimento de regras, para a convivência entre os membros de um grupo social e da espécie humana. Considerando as particularidades de tempo, local, pessoa e, também o uso dos meios necessários à subsistência, com a produção de riquezas, proteção, segurança e a defesa de direitos e deveres.
Teoricamente o poder apresenta-se como algo sublime e sinalizador de uma condição favorável às relações humanas. No entanto, quando entra no campo da singularidade, aonde a verdade é pessoal e intransferível, o poder depara-se com uma grande barreira, que caminha lado a lado com a complexidade da mediação das relações humanas.
"O que faz com que o poder se mantenha e que seja aceito é simplesmente que ele não pesa só como força que diz não, mas que de fato ele permeia, produz coisas, induz ao prazer, forma saber, produz discurso. Deve-se considerá-lo como uma rede produtiva que atravessa todo o corpo social muito mais do que uma instância negativa que tem por função reprimir". (FOUCAULT, 1979, p. X).
Como estar no poder pressupõe sobreposição de um indivíduo aos seus pares, tê-lo e exercê-lo, para alguns constitui uma forma de se encontrar.
Ser o poder, em vez de exercê-lo, pode representar para alguns indivíduos a libertação de sentimentos de inferioridade adquiridos durante sua formação. Julgar e condenar o outro, pode representar para o julgador uma autopunição, pelos atos praticados inconscientemente, que permeia a mente do indivíduo, tornando o culpado pelos desejos, sobretudo, quando se trata de desejos impróprios, destinados a objetos proibidos pela lei do incesto.
A verdade é à base da ação e aplicação do poder. “O poder é produto da individualidade. O indivíduo é uma produção do poder e do saber” (FOUCAULT, 1979, p. XIX).
Há um combate “pela verdade” ou, ao menos, “em torno da verdade” - entendendo-se, mais uma vez, que por verdade não quero dizer “o conjunto das coisas verdadeiras a descobrir ou a fazer aceitar”, mas o “conjunto das regras segundo as quais se distingue o verdadeiro do falso e se atribui ao verdadeiro efeitos específicos de poder”; entendendo-se também que não se trata de um combate “em favor” da verdade, mas em torno do estatuto da verdade e do papel econômico-político que ela desempenha. (FOUCAULT, 1979, p. X).
Para Foucault, o poder disciplinar não destrói o indivíduo, ele fabrica o indivíduo. Assim, o indivíduo não é o outro do poder, realidade exterior, que é por ele julgado e anulado; é um de seus mais importantes efeitos.
O autor considera que a repressão sobre a sexualidade no século XVIII, por ocasião da descoberta do auto-erotismo e o controle da masturbação, instaurou-se o medo sobre o corpo das crianças, tendo como origem a vigilância sobre a sexualidade e perseguição dos corpos. O corpo se tornou a partir daí um elemento do jogo da luta entre pais e filhos, adultos e crianças. Desta forma, o sexo foi aquilo que nas sociedades cristãs, era preciso examinar, vigiar, confessar e transformar em discurso.
Para Echenique [et al.] a estrutura desejante do homem reflete-se em todas as áreas da vida. A busca de satisfação dos desejos é à base de sua atuação no mundo e sua realização implica no misto do mundo interno e externo, já que o desejo expressão do mundo interno se projeta e se externaliza sobre o objeto desejado e deste se apropria de forma concreta ou simbolicamente, incorpora-o.
A maior ou menor possibilidade de exercício do desejo é similar ao poder de que dispõe o indivíduo em seu meio ambiente. Assim, o desejo e o poder, em sinergia entrelaçam a relação do ser humano com todos os seus pares. Sendo determinada pelas relações interpessoais, a vida psíquica será, portanto, uma resultante das estruturas de poder que estas relações incluem.

01/12/2008

Qualidades essenciais ao sucesso profissional

A vida no ambiente organizacional, sempre foi e sempre será um eterno posto de observação e de observados. A demanda por profissionais no mercado de trabalho é grande e crescente. Mas por que muita gente aparentemente “boa”, bem qualificada, não consegue lugar no mercado ou quando consegue lugar, não é capaz de assegurar-lo.
Em um livro publicado pelo SENAC com o titulo “Qualidade em serviços” foi consta uma informação intitulada de “realidade social”, a qual faz a seguinte afirmação, sobre a capacidade e uso do pensamento do homem, como ser dotado naturalmente de inteligência, mas que, em se tratando da atuação humana no trabalho, a estatística mostra que: 5% das pessoas pensam; 15% pensam que pensam e 80% preferem morrer que pensar. Vale ressaltar que a capacidade de pensar é inata ao ser humano, o que o autor se refere é ao ato de pensar proativamente. O uso da capacidade de pensar para construir, para reconstruir, arranjar, rearranjar, criar, inventar. O pensamento é a fonte de onde surgem as idéias, com vistas à melhoria de tudo que envolve a vida humana. Não exercê-la é deixar-se a deriva do destino.
O filosofo Homero disse: “só há vento favorável para quem sabe aonde quer chegar”. O pensamento é a base para o estabelecimento do rumo a ser tomado por cada indivíduo. Um exemplo disso é o caso de um senhor que trabalhava na rede ferroviária, que se aposentar, precisou treinar seu substituo. E, assim procedeu, transmitiu rapidamente as instruções de operacionalização da atividade, entregnado ao jovem o que seria dali em diante seu instrumento de trabalho, um martelo de ferro. A conclusão do treinamento se deu com o aviso da chegada do trem.
O Senhor chamou seu substituto e rumam para o local, onde o trabalho era realizado, pede o martelo ao jovem e bateu três vezes, seguidamente, nas guias de ferro que compõem o trilho, por onde desliza o trem. Devolveu o martelo ao jovem e disse é isso ai que deve fazer.
O jovem perplexo, diante, provavelmente, da subjetividade da função que lhe estava sendo confiada. Rompe o silêncio e pergunta ao seu treinador, qual o sentido das batidas? A resposta veio quase que instantaneamente e, recheada de aspereza e repressão, ouça rapaz, estou há mais de 30 anos nessa função e não sei do que se trata e, você nem se quer começou, já quer saber.
O mundo empresarial está repleto de casos, como o acima citado. Colaborador, que não consegue preencher o formulário por ele diariamente. Após a mudança na cor do papel, o documento, ficou diferente, parece ser novo, desconhecido, difícil de ser preenchido. Relatório emitido para informar que não houve dados para ser citados. Colaborador que faz copia de documento para arquivar em seu departamento, sem nenhuma razão plausível. Por prever a necessidade de uso, que normalmente não se concretiza. Mesmo porque o documento original era arquivado na própria empresa ou no Contador, facilmente localizado, diante de uma necessidade real. Uma costureira, certeza vez, atacada por uma crise histérica, dizia não poder trabalhar, pois não conseguia pegar com a mão trocada, os componentes a serem costurados por ela. No entanto, a mudança de sua máquina, deu-se estritamente na alteração do sentido do fluxo, ou seja, sua antes ficava olhando no sentido sul, no layout da fabrica e, foi virada para o sentido norte. Todos os mobiliários dela foram recolocados absolutamente como estava antes. Ela se quer, parou para avaliar o que aconteceu. Numa clara atitude defensiva, partiu para o ataque.
O novo incomoda quem não usa o pensamento como meio de melhoria de sua vida e da empresa. A falta de bom senso, estancada pela ausência de pensamento analítico, sobre a função, a atividade e, sobretudo, os custos, é uma das principais causas da inviabilização dos negócios, vez que, o cliente, não paga para sempre o custo da incompetência.

As qualidades de um homem valioso, na visão de Henry Ford II

Competência em sua área
O profissional consciente entende que a formação universitária é fundamental e funciona como um passaporte para o sucesso corporativo. No entanto, o mercado exige, além do grau conferido pelo diploma recebido. Espera conhecimento profundo, competência e habilidade sobre a área de atuação.
O sucesso profissional depende do sucesso pessoal e, para atingi-lo é preciso ater-se aos aspectos relacionados ao comportamento, emoção, ética, espiritualidade, visão, ação humanitária, respeito ao meio ambiente e ao próximo.

Habilidade social
Capacidade de cooperação com os vários tipos e níveis de pessoas, cargos, funções e departamentos. Ser capaz de participar produtivamente de atividades mutua, dividindo responsabilidades e benefícios decorrentes. “Treinamento especializado não é suficiente. Poderá levá-lo ao primeiro emprego; mas se isso for tudo o que você tiver a oferecer ao empregador, também poderá enterrá-lo nessa primeira oportunidade”.

Capacidade analítica
Ser capaz de avaliar todos os aspectos que envolvem a função, departamento e a empresa. Quem tem a habilidade de análise criteriosa dos fatos relativos a um problema, aumenta muito as possibilidades de acerto e sucesso nas decisões a serem tomadas. “Nos negócios, muitas vezes você tem de identificar o problema antes até de começar a pensar na solução. Nos negócios, reconhecer o problema é tão importante quanto conhecer o método que vai solucioná-lo”.

Curiosidade
O sujeito curioso é um forte candidato ao sucesso. Infelizmente o ambiente empresarial está cheio de pessoas que repetem rotineiramente suas enfadonhas atividades, parecem desligados do mundo da criatividade. Estão aprisionados mentalmente ao passado, guiados pelo sentimento de incapacidade de mudar. Usam a máxima: “sempre foi feito assim, fulano fazia assim e teve sucesso”. “Poucas pessoas são abençoadas com tipo de curiosidade que rompe os padrões estabelecidos para começar novas idéias. Essa é a origem da inovação – a técnica de fabricação menos custosa, o sistema contábil mais rápido, o plano de vendas mais eficaz, o melhor projeto”.

Integridade
Nenhuma das qualidades anteriores faz sentido, se o sujeito não agir com integridade. O conceito de honestidade é de difícil aplicação, tratando-se de sua essência. Se entendido, que o ato de ser honesto, não deve ser avaliado apenas pelo valor ou quantidade, premeditadamente, apropriada ou intencionada, mas sim pelos valores e princípios humanos, de respeito aquilo que mesmo provisoriamente pertence ao outro. Assim, não é honesto, aquele que embolsa o troco no comércio, disfarçadamente, com o sentimento de que não percebeu o erro do caixa. O erro do troco não se aplica, quando a cifra for menor que o direito de troco. Outra atitude comum é solicitação de nota fiscal de abastecimento, maior que o valor do combustível colocado no tanque, ou ainda, nota fiscal com valor maior que as refeições feitas.
O direito não avalia o delito pelo valor, mas pela sua prática, assim, a subtração de 1 ou 100 unidades, constitui-se na mesma tipicidade de crime.
“A integridade individual gera a integridade do grupo, e isso é essencial para uma empresa. É o sistema de orientação e controle que norteia o desempenho da empresa. E a longo prazo, é pelo seu desempenho que a empresa vive ou morre”.

Lauro Milhomem Coutinho

26/11/2008

Educando pelo exemplo

Nenhuma forma de educar (pensando educação como uma forma de inserção do indivíduo na condição humana) é tão completa como o “exemplo”, por isso, quem detém qualquer tipo de posição de destaque em relação a outras pessoas, sobretudo, crianças e jovens, seja na função de pai, mãe, professor, líder comunitário, religioso, empresarial. Deve entender que a forma primitiva de aprender é pela repetição, fato comum nas atitudes da criança e, naturalmente mantido pelos adultos, mesmos por aqueles já intelectualmente bem instruídos.
De maneira simplista, o “exemplo” funciona baseado na regra do menor esforço, ou seja, observar quem já sabe fazer é principio de economia de tempo e redução de risco de exposição ao ridículo, por erros cometidos, contemporaneamente, classificado pelos jovens pagar “mico”.
Numa base mais profunda, o “exemplo” parte da identificação de um ideal, que funcionará como base segura para quem está aprendendo, seguir. Segui-lo pode representar maior nível de acerto e aceitação pelos seus expectadores.
Verdadeiramente, os princípios norteadores do caráter e honradez de uma pessoa, são observados, tanto no que ela diz, quanto no que ela faz. Sua ética é vista e confirmada em todos os aspectos que envolvem o seu falar, agir e existir.
É sabido que um aprendiz apreende de seu professor, tanto os conteúdos da disciplina transmitidos, bem como outros aspectos envolvidos no processo de transmissão-recepção, quais sejam: a postura, os gestos, a convicção, o respeito, a seriedade e a ética, que fatores que permeiam todas as dimensões, do sujeito, visto pelo outro (aprendiz) como seu ideal, não como objeto, mas como facilitador do acesso aquilo que ele, aprendiz almeja para si.
Quem deseja usar o exemplo como meio para educar, deve considerar como impróprio o ditado popular que diz: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.
Pais que fumam e bebem, estão educando pelo exemplo, seus filhos, a fazerem o mesmo.
Pais desonestos, trapaceiros e mentirosos, aqueles que ensinam os filhos a dizerem ao telefone, que não estão em casa, quando efetivamente estão. Muitos julgam tais atitudes, como algo sem importância. Estão educando seus filhos, como agir em suas relações pessoais e profissionais.
Pais que não obedecem a semáforos, que dirigem na contramão em via publica, que param em fila dupla, que não dão a preferência, furam fila. Estão educando seus filhos a agirem o que aprenderam com quem eles admiram tanto e, portanto, julgam que tudo que os pais fazem é certo e deve ser repetido pelos filhos.
Conheceu um homem prestador de serviço no transporte de passageiros (moto taxi), que repete o mesmo trajeto, virando na contramão, no mesmo semáforo, que o pai sempre fez, quando ia para o trabalho ou saia para passear com os filhos. O semáforo fica a alguns metros da residência do pai.

Ford ensina:
“Não há modo de mandar e ensinar, mas forte e suave que o exemplo”.

A parábola “A importância do exemplo” do livro de Alexandre Rangel:

Napoleão Bonaparte, sem duvida, foi um dos maiores lideres que este mundo já conheceu. Certa vez, seu exercito estava se preparando para uma de suas maiores batalhas. As forças adversárias tinham um contingente três vezes superior ao seu, ale m de um equipamento muito superior. Napoleão avisou seus generais de que ele estava indo para a frente de batalha e estes procuraram convencê-lo a mudar de idéia:
“Comandante, o senhor é o império. Se morrer, o império deixará de existir. A batalha será muito difícil. Deixe que nós cuidaremos de tudo. Por favor, fique. Confie em nós”.
Tudo em vão. Não houve nada que o fizesse mudar de idéia. No meio da noite, o general Junot, um de seus brilhantes auxiliares e também amigo, procurou-o e, de novo, tentou mostrar o perigo de ir para a frente de batalha. Napoleão olhou-o com firmeza e disse:
“Não tem jeito. Eu vou”.
“Mas por quê, comandante?”
“É mais fácil puxar do que empurrar!”

21/11/2008

Perdão – um ato humano de autolibertação

O dicionário de Silveira Bueno (1996) define as palavras: PERDÃO: remissão de pena; desculpa; indulto. PERDA – ato de perder; desaparecimento; extravio; desgraça; destruição. PERDER – Ser privado de ter; deixar de ocupar; destruir; corromper; deixar de gozar; ser vencido no jogo; causar a condenação de; esquecer-se de.
Perdoar = perdoAR. Na visão materialista que vivemos e tentamos estabelecer relações civilizadas, aonde reina o sentido da proteção aquilo que é ou pensamos ser propriedade pessoal. “Perder”, sempre pressupõe deixar de possuir, ficar desprovido de tal coisa, ter prejuízo, escritas que reacende o sentimento de inferioridade, forjado no termo “pobreza”, condição que parece assombrar o ser humano ao longo de sua historia.
Olhando para o destaque na palavra “perdo-ar”, pode-se deduzir que o ato de perdoar, parece ser para muitos, uma atitude fortemente desagregadora ou mesmo desintegradora, produzindo a sensação literal de falta de ar, “perda do ar”, impossibilitando sua respiração, aproxima-se da morte.
Já que perder reacende a luz vermelha da rejeição, fato inconsciente comum ao ser humano. O ressentimento é uma forma de manter-se ligado ao outro. Sendo o conteúdo da intriga, uma forma material (patrimônio) mental valioso que, se retirado, provocará falta.
Deduz-se que, aquilo que o sujeito não gosta no outro (ofensor), pode ser na verdade o que o torna parecido ao outro. O ofendido rejeita e deseja extirpar, parte de si não reconhecida conscientemente ou reconhecida e não aceita projetada no outro (ofensor). O outro é o espelho que reflete a imagem invisível de mim, que não reconheço ou não quero reconhecer. Perdoar, nesse caso, seria aceitar-se como é, um ser integral filho de Deus, ato que promove a autolibertação. “Amo no outro o que ele tem de mim”. “Odeio no outro a sombra que tem de mim nele”.
O ato de perdoar deve sempre ser uma atitude voluntaria de quem se sente ofendido e, não necessariamente do ofensor. Pois, pode ocorrer do suposto ofensor, se quer saber do sofrimento do ofendido. Sendo comum, o sofrimento do ofendido, partir de base totalmente imaginaria. Nas relações sociais, incluindo as familiares, a fofoca é uma mina que jorra intrigas em abundancia, convertidas em sua maioria, em ressentimentos.
Ressentir é reviver sentimentos passados. Pouco comum nas atitudes humanas, quando se trata de fatos agradáveis e felizes. Mas potencializados, quando se trata de fatos negativos. O ressentimento funciona como elemento gerador de vingança e doenças dos mais variados tipos, produzindo dor e sofrimento em quem é acometido e em seus pares, vinculados por laços de sangue, relacionamento conjugal e amizade.
James Hunter, autor do livro, O Monge e o Executivo, diz que o perdão é o ato de desistir de ressentimento quando prejudicado.
Augusto Cury diz que perdoar é o maior castigo que uma pessoa possa pregar em seu inimigo. Segundo ele, quando uma pessoa está com raiva ou ódio de outra, o ressentimento gera pensamentos recorrentes, que a mantém, diuturnamente ligada à outra, a quem julga ser a ofensora. Assim, a pessoa objeto da raiva, divide com o raivoso, em pensamento, todos os momentos da vida, seja em atividade laboral, religiosa, lazer, educacional e mesmo amorosa.
O simples ato de perdoar promove o corte do vinculo mental que liga as duas pessoas, libertando-as para novas experiências, livres de ressentimentos.
Jesus Cristo ensinou a perdoar em oração, como consta no “Pai-Nosso” (Mateus 6, 6-13): “Perdoa-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos têm ofendido”.
Perdoar requer humildade e verdadeira compreensão de que, quem me ofende é meu semelhante. Quando perdoamos, rompemos os elos que nos prendem negativamente às pessoas. Pedir perdão é um ato de humildade, perdoar é um ato de amor. Perdoar tira do ser humano o peso da revolta e do ódio.
O perdão é uma atitude espiritual tão profunda, que nossa consciência tem dificuldade em compreendê-la. A ausência do perdão dá origem a culpa, ressentimentos, ansiedade, medo e doenças.

Oração do perdão – ensinada pela Seicho-No-Ie do Brasil.
Eu te perdôo e você me perdoa. Eu e você somos um só perante Deus.
Eu te amo e você me ama. Eu e você somos um só perante Deus.
Eu te agradeço e você me agradece. Muito obrigado, muito obrigado, muito obrigado.
Não existe mais nenhum ressentimento entre nós. Oro sinceramente pela sua felicidade.
Seja cada vez mais feliz.

07/11/2008

O que ensinam os grandes mestres, sobre a mente e as atitudes humanas

O que ensinam os grandes mestres, sobre a mente e as atitudes humanas

Se fossem seguidos os ensinamentos deixados pelos grandes mestres de todos os tempos, a vida humana em comunidade estaria realmente inserida na condição de civilizada. Mas o consolo, é que ainda existe tempo, basta que cada indivíduo assuma a responsabilidade pela própria vida, deixando de culpar os outros, por atos e atitudes pessoais e, das conseqüências deles decorrentes, em forma de crise, tristeza, depressão e doenças.
Vivemos em um grande palco, onde cada sujeito é simultaneamente autor e ator da peça da vida que encena diuturnamente, não importa a platéia. Assim, parece prudente, estar atento as reações da platéia, como sinalizador do mundo externo, elemento fundamental na reestruturação do texto, metodologia empregada e, sobretudo na sua interpretação, tendo o sentimento como o indicador da compreensão dos retornos recebidos da platéia. Cabendo única e exclusivamente ao sujeito, promover as modificações julgadas por ele necessárias, pois se trata de matéria subjetiva, pertencente ao mundo interior, singular, próprio de cada indivíduo, estância respeitada, inclusive por Deus, que permite ao ser humano, a liberdade da escolha do caminho que deseja seguir.

Avalie e se possível aplique à sua rotina:

“Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos.” Jesus Cristo

"Felicidade é quando o que você pensa o que você diz e o que você faz está em harmonia".
Mahatma Gandhi (1869-1948), advogado, político, pacifista indiano.

“O verdadeiro sentimento de utilidade do ser humano está ligado diretamente ao trabalho”.
Masaharu Taniguchi

“Vencer a si mesmo é a melhor vitoria”. Jesus Cristo

“Alegria é uma luz sem chama que aquece a alma humana”. Erich Fromm

“Não importa se algo mentalizado seja falso ou verdadeiro; se for mentalizado constantemente, materializa-se e aparece concretizado”. Masaharu Taniguchi

“Não confunda jamais conhecimento com sabedoria. Um o ajuda a ganhar a vida; o outro a construir uma vida”. Sandra Carey

“Qualquer organismo que deixe de cumprir suas potencialidades adoece. O ser humano quando não preenche suas potencialidades como pessoa humana, torna-se limitado e doente”. Rollo May.

“Sem amor, a humanidade não poderia existir um só dia. Amor é preocupação ativa pela vida e crescimento daquilo que amamos”. Erich Fromm

“Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos nosso mundo”. Buda

“Onde faltam a resolução e a coragem para agir, nenhum ideal poderá ser realizado”. Masaharu Taniguchi

“A riqueza é uma manifestação espiritual. Enquanto o dinheiro é o símbolo do poder na satisfação dos desejos materiais”. Henry Ford

“Onde o amor comanda, não há desejo de poder; onde o poder predomina, falta o amor. Um é à sombra do outro.” Carl Jung.

“As crises vividas pelo homem estão sempre ligadas ao poder e ao saber”. Michel Foucault

“Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”. Cora Coralina

“A lei da atração é a maior de todas as leis, é a base de tudo! Atraímos para a nossa vida tudo o que plasmamos na nossa mente. A lei da atração dá-lhe tudo o que você menciona na sua fala e tudo aquilo em que foca o seu pensamento. Portanto, você cria situações agradáveis ou desagradáveis”. Jack Canfield.



Adestramento da mente princípios fundamentais, segundo Katsumi Tokuhisa.

1. Elogiar, procurando uma qualidade positiva.
Se uma pessoa vê uma linda flor e pensa “Que flor bonita!”, significa que, dentro dela, existe senso para apreciar essa flor.

2. Não desista nem fuja.
A dificuldade de um problema não é definida pelo caráter do problema em si, mas pela relação entre o problema e a pessoa que o enfrenta.

3. As quatro tentações
a. “Todos fazem isso”.
b. “É um ato sem importância”.
c. “É só uma vez”.
d. “Ainda tenho muito tempo pela frente”.

4. A infalibilidade de “aprender com o corpo”
Ninguém gosta de uma pessoa que só sabe argumentar e não age. O saber se transforma em ação, e da ação nasce um novo saber.

5. Saber “persuadir”
Persuadir verdadeiramente é fazer com que o outro concorde conosco do fundo do coração. Para tanto é preciso:
a. Conhecer suficientemente o assunto da persuasão.
Se o vendedor não tiver conhecimento suficiente do produto, a ponto de satisfazer plenamente o cliente, não conseguirá persuadi-lo.
b. Compreender muito bem a opinião do outro.
Se quisermos que o outro acate nossa opinião, devemos saber claramente o que ele acha disso.

6. Não se irrite ao receber uma advertência.
A tendência é acharmos que aquilo que pensamos ser correto é, com certeza, uma coisa correta. Mas, se algo estiver errado, causaremos enormes transtornos às pessoas ao nosso redor.

7. Não deseje a piedade dos outros
Aquele que deseja a piedade dos outros, não conseguirá jamais ser feliz, pois para ser digno de piedade, é preciso que seja sempre mais infeliz.

8. Pensar sempre que é uma emergência.
Todo ser humano, numa situação de emergência, consegue manifestar uma força espantosa.

9. Ter grandes sonhos
Quem tem grandes sonhos é realmente uma pessoa bastante atraente. Sonho pequeno normalmente não se realiza, pois não causa entusiasmo a seu dono.

10. Vá além do senso comum.
Só teremos sucesso se vencermos a dificuldade extrema e solucionarmos o problema.

11. Por principio, o fracasso não existe.
Uma pessoa que não é alegre, por mais inteligente e eficiente que seja, não possui encanto algum. Thomas Edison fracassou mais de 90 vezes até inventar a lâmpada elétrica e alguém lhe perguntou: Sr. Edison, o senhor só conseguiu inventar a lâmpada elétrica após fracassar em mais de 90 experiências? Não, não fracassei uma só vez. Apenas fiz mais de 90 experiências que me comprovaram a forma errada de proceder – respondeu Edison.

12. O desejo de ser livre.
Jesus Cristo nos ensinou que conseguiremos liberdade quando compreendermos a Verdade. Iluminação é o estado de plena liberdade.

13. Não seja uma boa pessoa de estreiteza mental.
Há pessoas muito honestas e boas que, apesar dessas qualidades, não conseguem manter um bom relacionamento humano.
Enquadrando-se dentro de uma moldura do bem instituída por ela mesma, procura não extrapolá-la, por mínimo que seja, e fica a julgar a conduta das pessoas como se fosse um juiz.

14. Fonte de saúde e competência.
O local onde conseguimos ficar mais à vontade é, sem duvida, o nosso lar. A iluminação do nosso lar é a fonte da manifestação plena de nossa competência profissional.

15. Não se compra amizade com dinheiro.
“O dinheiro compra qualquer objeto, por mais caro que seja, mas não a amizade”. Freqüentemente, abalamos uma amizade por motivos realmente fúteis. E uma vez abalada à amizade, dificilmente ela voltará ao que era antes.


Frases paralisantes, evite usá-las:
· Não dê um pulo maior que suas pernas.
· Time que está ganhando não se mexe.
· Sou pobre mais sou honesto.

04/11/2008

Controlando as finanças pessoais

Desenvolvi uma Planilha no Excel, exclusivamente para o controle das despesas e receitas pessoais.
Estou disponibilizando-a para uso pelo custo de R$ 20,00.
Solicite a sua pelo e-mail: laurocouti@gmail.com

Cada um, seguindo sua natureza

Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o bom homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, tomou um ramo de arvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
“Mestre, deve estar doendo muito! Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu a sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!”.
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu: “Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha”.

Moral:
O grande desafio do ser humano é amar e respeitar o outro exatamente como ele é, sem preferência e restrições. Ter o cuidado com o teor de cobranças e críticas feitas ao outro. Assim, quando alguém se dispõe a ajudar outra pessoa, deve assumir a responsabilidade pelos próprios atos, neutralizando o desejo de ser reconhecido ou compensado pelo feito. Deve agir pelo simples ato de amor ao semelhante. Agindo assim, absorverá com naturalidade e sem lamentação, possíveis sofrimentos, decorrentes da ação tomada em benefícios de si e do próximo. Toda ajuda, beneficia quem ajuda e quem foi ajudado.

03/11/2008

Mercado para Designer no Comércio de Moda em Goiânia

Comércio

Foram aplicados 132 questionários, sendo que alguns obtiveram mais de uma resposta por questão e outros não tiveram as questões respondidas.

1. Que tipo predomina na venda da loja.
a. Só atacado..............................................................12,88%
b. Atacado e varejo.....................................................39,39%
c. Só varejo.................................................................50,00%

2. Os produtos vendidos são:
a. Marca e produção próprias......................................48,48%
b. Marca própria com produção terceirizada...............23,48%
c. Revende marca de terceiros ..................................37,12%

3. Elabora coleção para venda na pronta entrega:
a. Normalmente....................................48,48%
b. As vezes .........................................18,18%
c. Nunca..............................................30,30%

4. Desenvolve coleção seguindo um calendário planejado:
a. Normalmente...............................46,21%
b. As vezes .....................................18,18%
c. Raramente.................................. 9,09%
d. Nunca.........................................22,77%

5. Na elaboração da coleção a empresa costuma fazer pesquisa de:
a. Tendência..............................71,97%
b. Comportamento.....................19,70%
c. Modelos.................................21,21%

6. O tempo destinado para preparação da coleção desde a pesquisa até montagem do mostruário é normalmente de:
a. 180 dias................................10,61%
b. 150 dias................................ 3,79%
c. 120 dias................................. 9,09%
d. 90 dias...................................13,64%
e. 60 dias...................................12,12%
f. Não usa cronograma.............42,42%

7. A duração do período de venda de cada coleção é:
a. Semestral..............................24,24%
b. Quadrimestral.......................23,48%
c. Trimestral.............................35,61%
d. Mensal..................................12,12%

8. Usa tema de inspiração de cada coleção:
a. Normalmente.......................34,09%
b. As vezes..............................35,28%
c. Nunca..................................30,30%

9. Costuma avaliar o desempenho de coleções anteriores antes do inicio do processo de criação:
a. Normalmente......................57,58%
b. As vezes .............................27,27%
c. Nunca.................................11,36%

10. Tem um mix de produtos definido por segmento:
a. Sim....................................65,91%
b. Não...................................21,21%
c. Desnecessário................. 8,33%

11. O mix de produtos descreve os detalhes de cada modelo:
a. Sim..................................52,27%
b. Não.................................30,30%
c. Desnecessário ...............13,64%

12. Na elaboração da coleção a empresa conta com a contribuição de profissionais especializados?
a. Sim.................................50,00%
b. Não................................43,18%

13. Qual o perfil do profissional que contribui para o desenvolvimento da coleção:
a. Design de moda (formação universitária)..............20,45%
b. Estilista (formação técnica)....................................25,76%

14. A vinculação do profissional com a empresa é de:
a. Emprego direto (CLT)............................................45,45%
b. Empresa ou Escritório de prestação de serviço.... 9,85%
c. Free-lance (autônomo)..........................................23,48%

15. Segue planejamento de tendências para compra de novos produtos para revenda na pronta entrega?
a. Sim.-------------------------66,67%
b. Não..............................18,94%

16. Utiliza calendário comercial para atender as datas comemorativas.
a. Sim..............................63,64%
b. Não.............................21,21%

17. Participa de eventos de promoção de moda:
a. Desfile local e regional.........35,61%
b. Desfile internacional. .............3,79%
c. Feira local e regional.............31,06%
d. Feira nacional........................27,27%
e. Feira internacional................. 4,55%

18. Usa catalogo próprio para divulgação da coleção:
a. Sim........................................72,73%
b. Não.......................................27,27%

19. O catalogo usado é mais voltado para:
a. Comercialização do produto – contem muitas informações sobre o produto.....16,67%
b. Institucional – visa maior divulgação do estilo e da marca.......................17,42%
c. Ambos.......................................................................................................30,30%

20. Quais são os meios utilizados para divulgação dos produtos e da marca:
a. Televisão................................12,12%
b. Jornal.....................................16,67%
c. Revista...................................32,58%
d. Radio.....................................12,88%
e. Site........................................31,06%
f. Outras...................................58,33%

21. Tem conhecimento do processo de customização de produtos?
a. Sim......................................76,52%
b. Não.....................................19,70%

22. Usa o processo de customização para aproveitamento de produtos com leves defeitos e estoques de coleções anteriores.
a. Sim.....................................57,58%
b. Não....................................42,42%

23. A vitrina é vista como um meio de:
a. Promoção da loja e produtos.....................78,79%
b. Enfeite da loja............................................18,18%
c. Sem muita importância para a loja..............2,28%

24. Usa tema relacionado à coleção na elaboração da vitrina?
a. Sim.....................................65,15%
b. Não....................................30,30%

25. Qual o período normalmente de duração do tema da vitrina:
a. Mesmo da coleção............................15,15%
b. 60 dias.................................................3,03%
c. Durante a data comemorativa...........12,88%
d. Semanal.............................................28,03%
e. Não estabelece..................................34,09%

26. Que planeja e elabora a vitrina da loja.
a. Proprietário........................................36,36%
b. Gerente da loja..................................26,52%$
c. Vendedores.......................................40,15%
d. Profissional especializado.................14,39%

27. Busca auxílio de estagiário de moda para elaboração de vitrinas?
a. Sim...........................................................................15,91%
b. Não...........................................................................75,76%
c. Não tem conhecimento sobre esta possibilidade......5,30%

28. Tem conhecimento de quais instituições de ensino superior, em Goiás, que oferece o curso de graduação em Design de Moda?
a. Sim....................................................54,55%
b. Não...................................................42,42%

29. Tem conhecimento sobre a formação do profissional de designer de moda?
a. Sim....................................................65,15%
b. Não...................................................29,55%

30. Tem interesse em saber qual o papel do estagiário de moda e como utilizá-lo nas atividades de sua empresa?
a. Sim...................................................76,52%
b. Não...................................................18,04%

31. Realiza treinamento específico com vendedores para melhor divulgação do produto a ser lançado a cada coleção:
a. Sim....................................................62,12%
b. Não...................................................35,61%


Turma de Marketing de Moda I – 2006/2 – Curso de Design de Moda da Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO – Campus Goiânia. Orientada pelo Professor Lauro Milhomem Coutinho

Mercado para Designer na Indústria de Moda em Goiânia

Resultado da Pesquisa: mercado para Designer de Moda - Indústria

Foram aplicados 132 questionários, sendo que alguns obtiveram mais de uma resposta por questão e outros não tiveram as questões respondidas.

1. Atende seus clientes através de:
a. Pronta Entrega......................................74,24 %
b. Representante.......................................43,18%
c. Sacoleira ...............................................18,18%

2. Na venda com representante os pedidos são organizados para atendimento por:
a. Remessa ..............................................29,55%
b. Data de entrega programada...............42,42%
c. Do maior para o menor pedido..............3,79%

3. Vende seus produtos para o mercado externo
a. Normalmente........................................12,12%
b. Algumas vezes......................................21,97%
c. Ainda não..............................................65,91%

4. Mercado externo atendido
a. Americano.............................................14,39%
b. América Latina......................................18,18%
c. Europeu................................................10,61%
d. Africano..................................................1,52%
e. Oriental

5. Desenvolve coleção seguindo um calendário planejado:
a. Normalmente.......................................43,94%
b. Às vezes..............................................24,24%
c. Raramente..........................................15,15%
d. Nunca.................................................15,15%

6. Na elaboração da coleção a empresa costuma fazer pesquisa de:
a. Tendência .........................................65,15%
b. Comportamento ................................19,70%
c. Modelos.............................................46,97%

7. O tempo destinado para preparação da coleção desde a pesquisa até montagem do mostruário é normalmente de:
a. 180 dias...............................................6,06%
b. 150 dias...............................................1,52%
c. 120 dias...............................................8,33%
d. 90 dias...............................................28,03%
e. 60 dias...............................................17,42%
f. Não usa cronograma.........................38,64%

8. Elabora coleção para venda de pronta entrega:
a. Normalmente.....................................46,21%
b. Às vezes............................................34,09%
c. Nunca................................................15,15%

9. A duração do período de venda de cada coleção é:
a. Semestral........................................26,52%
b. Quadrimestral.................................27,27%
c. Trimestral.......................................28,79%
d. Mensal...........................................12,12%

10. Usa tema de inspiração de cada coleção:
a. Normalmente.................................26,52%
b. Às vezes........................................38,64%
c. Nunca............................................32,58%

11. Costuma avaliar o desempenho de coleções anteriores antes do inicio do processo de criação:
a. Normalmente................................56,06%
b. Às vezes .......................................33,33%
c. Nunca..............................................9,85%

12. Tem um mix de produtos definido por segmento:
a. Sim................................................51,52%
b. Não ..............................................30,30%
c. Desnecessário..............................13,64%

13. O mix de produtos descreve os detalhes de cada modelo:
a. Sim...............................................45,45%
b. Não .............................................25,76%
c. Desnecessário ..............................8,18%

14. A coleção é demonstrada tecnicamente para o pessoal da área comercial (gerentes e vendedores) antes de ser enviada para venda?
a. Sim...............................................65,15%
b. Não .............................................34,09%

15. Uso calendário comercial para atender as datas comemorativas?
a. Sim...............................................64,39
b. Não..............................................35,61%

16. Conta na elaboração da coleção com a contribuição de profissionais especializados?
a. Design de moda – formação universitária .......14,39%
b. Estilista...............................................................42,42%
c. Pessoas com prática em criação de moda........52,27%

17. A vinculação do profissional com a empresa é de:
a. Emprego direto (CLT)...............................................57,58%
b. Empresa ou Escritório de prestação de serviço.......11,36%
c. Free-lance – autônomo.............................................28,79%

18. A modelagem e pilotagem dos produtos são executas:
a. Internamente...............................................................75,76%
b. Empresa ou Escritório de prestação de serviço............6,06%
c. Free-lance – autônomo...............................................15,15%

19. A modelagem é feita
a. Manualmente...........................................84,85%
b. Eletronicamente (informatizada).............20,45%

20. As máquinas de costura são organizadas em sistema de:
a. Pacote integral.........................................12,88%
b. Célula de produção..................................53,79%
c. Nenhum sistema......................................26,52%

21. O ciclo de duração do tempo de produção de cada lote de produtos, do corte a expedição é de:
a. 30 dias.....................................................23,48%
b. 20 dias.....................................................27,27%
c. 10 dias.....................................................12,12%
d. 5 dias.......................................................14,39%
e. Não sabe .................................................20,45%

22. Usa algum tipo de incentivo à produtividade?
a. Cesta básica.............................................2,27%
b. Prêmio de produção................................40,91%
c. Outros......................................................42,42%

23. Usa que tipo de documento para controlar o processo produtivo?
a. Ficha Técnica de Produto.................................23,48%
b. Ordem de Produção..........................................37,12%
c. Controle de entrada e saída de materiais.........40,15%
d. Cronograma de lançamento de coleção..............5,30%
e. Nenhum.............................................................16,67%

24. Dispõe de Lavanderia própria?
a. Sim......................................................................28,03%
b. Não.....................................................................68,18%

25. Dispõe de Silk próprio?
a. Sim......................................................................18,18%
b. Não......................................................................78,79%

26. Dispõe de Bordado próprio?
a. Sim.......................................................................28,03%
b. Não......................................................................50,76%

27. Participa de eventos de promoção de moda:
a. Desfile local e regional.........................................31,82%
b. Desfile internacional...............................................2,27%
c. Feira local e regional............................................28,79%
d. Feira nacional.......................................................32,58%
e. Feira internacional..................................................2,27%

28. Usa catalogo na divulgação da coleção
a. Sim..............................................41,67%
b. Não.............................................56,06%

29. O catalogo usado é mais voltado para:
a. Comercialização do produto – contem muitas informações sobre o produto........................................................................................................19,70%
b. Institucional – visa maior divulgação do estilo e da marca..........15,15%
c. Ambos..........................................................................................16,67%

30. Que tipo de mídia usa na divulgação dos produtos e marca:
a. Televisão ...............................................8,33%
b. Jornal.....................................................9,09%
c. Revista.................................................23,48%
d. Radio...................................................14,39%
e. Site......................................................20,45%
f. Outras.................................................53,79%

31. Conhecer o sistema de costumização de produtos?
a. Sim.............................................76,52%
b. Não.............................................18,18%

32. Usa o sistema de costumização para aproveitamento de produtos com leves defeitos e estoques de coleções anteriores
a. Sim................................................50,00%
b. Não...............................................46,97%

33. Conhece a profissão de Designer de Moda?
a. Sim...............................................84,09%
b. Não..............................................11,36%

34. Tem conhecimento sobre a formação e preparação técnica do Designer de Moda?
a. Sim...............................................61,36%
b. Não..............................................36,36%

35. Utiliza estagiário de moda nas atividades empresariais?
a. Sim..............................................25,00%
b. Não.............................................74,24%

36. Gostaria de saber mais sobre o estagiário de moda e como utiliza-lo em suas atividades?
a. Sim.............................................78,03%
b. Não.............................................20,45%


Turma de Marketing de Moda I – 2006/2 – Curso de Design de Moda da Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO – Campus Goiânia. Orientada pelo Professor: Lauro Milhomem Coutinho

O dilema moderno do conceito de prosperidade

O conceito transmitido popularmente sobre prosperidade estabelece uma condição de posse, formalmente demonstrável, independente do sentimento do indivíduo. Tal costume impõe ao ser humano a busca inconseqüente e, porque não inconsciente, pelo acumulo de bens materiais, usados como passaporte ao mundo dos prósperos.
Os custos, sobretudo, aqueles associados à individualidade, campo da subjetividade, não compõem a equação cartesiana, insignificantes, escapam ao crivo da quantificação, mesmo porque, são imensuráveis, apenas sentidos, se houver sensibilidade.
Na subjetividade a quantidade, pode valer menos que a qualidade, principalmente, quando se trata de afeto. O abraço incondicional vale mais que o presente. Apesar do presente, representar uma forma de mimo, reconhecimento, sem perder a carga simbólica de significado objetal.
O presentear no olhar do conceito de prosperidade do possuir, é um drama, tanto, para o presenteador, como para o presenteado, o primeiro, sofre na escolha do objeto e por antecipação, presumidamente pelo sentimento de culpa, falsamente originado pela escolha do objeto, que será exposto ao julgamento do presenteado, de seus parentes próximos e do público em geral. A base do julgamento é eminentemente estética visual, o “valor”, ou melhor, o preço do objeto. Que será estendido como conceito ao presenteador. O que ameniza o drama visual é o gesto socialmente correto do presenteado (menos a criança), que mesmo sem conseguir esconder o desapontamento retratado em sua fisionomia, diz “era exatamente o que eu precisava”.
A prosperidade do acumulo de recursos, impõe ao homem contemporâneo um verdadeiro frenesi, um constante estado de submissão ao suposto desejo do outro. Tal percepção impõe grande desperdício de energia vital, decorrente dos ataques de ansiedade, reação natural do organismo, que procura proteger o ego das conseqüências das fortes descargas, oriundas da batalha psicológica (inconsciente) do indivíduo para ser notado pelo que possui e, não pelo que realmente é.
Na visão espiritualista, ser prospero é estar em harmonia com si mesmo, com os outros e com todas as coisas do ambiente, acreditando, que tudo que precisar estará à disposição no momento e quantidade necessária. Tudo é uma questão de fé. No entanto, a dedicação, o respeito, a gratidão e a ação, são os princípios norteadores de quem se encontra nesse estágio da vida.
Na corrida pelo acumulo, os limites, principalmente, aqueles que regem a vida em civilização, são subjugados, o direito do outro relegado a plano secundário. Pais, demasiadamente concentrados no ter, falham na construção do “ser” dos filhos, que serão no futuro, pais desolados, inconsolados e ávidos para encontrar algo perdido, mas que, simplesmente, não lhes foi dado na infância. Não se trata de presente material, mas de afeto, recheado de limites, validados na relação familiar.
Quando o “ser” é colocado na prioridade do educar para a vida, a frustração faz parte das lições a serem aprendidas, pois a frustração é um encontro com a realidade, tornando o indivíduo emocionalmente adulto. “O rio atinge seus objetivos porque aprendeu a contornar obstáculos” Leo Tse.


Princípios da prosperidade

Definir claramente o que deseja para a vida é uma forma de pavimentação de caminho menos tortuoso (não significa mais fácil) para se chegar aos objetivos, pessoais e profissionais. Como diz Peter Drucker, “A melhor forma de prever o futuro é criá-lo”. Assim, cada pessoa deve definir:

Sua visão de futuro
Como será sua vida com o atingimento das metas do projeto. Exemplo: Empresário bem sucedido nos negócios, respeitado, harmonioso e amado pelos familiares e todas as pessoas e coisas.

Estabelecer seus objetivos e metas para os seguintes aspectos:
· Vida Pessoal
· Vida Familiar
· Vida Profissional
· Vida Econômica e financeira
· Vida Social
· Vida Espiritual.

Passos importante:

· Escreva quantos objetivos julgar necessários para cada aspecto.
o Exemplo: Trocar o veículo atual por um novo e moderno, marca X, ano Y, até agosto/?
· Defina data limite para a realização de cada objetivo.
· Estabeleça as estratégias que usará para atingir os objetivos.
o Exemplo: Economizar X R$ por mês para a compra do veículo, até o valor de R$.
o Vender o veículo atual e investir no novo.
o Adquirir uma cota de consorcio.
· Reavalie periodicamente os objetivos, datas e estratégias.

Escreva os objetivos como se já fosse possuidor daquilo que deseja.

Escrever claramente o que deseja é o primeiro passo para atingir o sucesso. Outro fator determinante é a ação no tempo certo, não fique esperando aja. “Começar já é a metade de toda ação” provérbio.

Controle financeiro:
Use meios para registrar e avaliar os investimentos (despesas) e o impacto nas receitas mensais.


FLUXO DE CAIXA (DESPESAS E RECEITAS)

Total das despesas
Total das receitas
Resultado


Se desejar usar uma Planilha do Excel, para controlar suas finanças. Solicite pelo e-mail; laurocouti@gmail.com, lhe custará apenas R$ 20,00, mas que poderá lhe ajudar a perceber como está investindo seus recursos financeiros.

25/10/2008

As regras básicas para o sucesso na função de vendedor

Peter Krass, retratando a maneira de atuar de Robert W. Woodriff, que presidiu a poderosa marca Coca-Cola, por 60 anos. Diz que para ter sucesso em vendas é fundamental seguir a risca a seguintes regras:

1. Aprender tudo o que seja possível sobre o produto ou serviço que ele está vendendo.
O vendedor que conhece bem o que está vendendo, consegue criar cenários imaginários para o potencial comprador. Sabe estabelecer com segurança as características e os benefícios a elas associados, com isso, facilita a percepção pelo comprador dos valores (aquilo que o consumidor ganha usando o produto ou serviço) presentes no produto, reduzindo conseqüentemente o preço (quanto de dinheiro terá que desembolsar na aquisição do produto ou serviço).
O que realmente conta para o cliente é o valor que o produto ou serviço oferece e não suas características.

2. O vendedor deve conhecer e estudar a si próprio.
Quem conhece a si mesmo, consegue estabelecer relações emocionalmente maduras e efetivas. Os conflitos, fator inerente ao processo de negociação, não atingem o vendedor, que domina a si mesmo e, ainda usa as investidas do potencial comprador para fortalecer suas argumentações e dirimir possíveis duvidas. As perguntas embaraçosas do comprador podem ser, com a habilidade do vendedor, devolvidas o próprio comprador responder.
O vendedor precisa entender que o cliente é seu aliado e, que os fracassos nas tentativas de vender, podem ter como causa a falta de atenção e foco do vendedor e, não o desinteresse do comprador.
3. O vendedor precisa estudar seus clientes, ou compradores, tão minuciosamente quanto a si mesmo.
Conhecer o potencial comprador é à base do planejamento do vendedor bem sucedido.
Vender é transformar sonhos em realidade. Portanto, sem conhecer o potencial comprador é quase impossível ao vendedor contribuir com a realização de seus, tendo a aquisição de produtos ou serviços, como base, seja para a transformação em novos produtos ou serviços, seja para o uso pessoal.
Sem um diagnostico preciso sobre os sintomas alegados pelo paciente, é difícil para o médico fechar o prognostico e promover as ações necessárias na indicação do remédio apropriado para aliviar as dores e remover as causas da disfunção física do indivíduo. O mesmo pode se aplicar a função do vendedor, que deve ter como procedimento natural a busca pelo conhecimento profunda do comprador, tais como: gosto, costumes, preferências (políticas, esportivas e religiosas. O vendedor precisa ter como regras discutir suas preferências pessoais a respeitos desses três aspectos), preconceitos, posturas e atitudes. Também sobre seus negócios, presente e futuro.
Todo tem preferência e carinho por quem se interessa por ela, pelos seus feitos e negócios.

Referencia: Os gênios dos negócios.

Organização familia S.A

HIERARQUIA TRADICIONAL - PIRÂMIDE

· Conselho de Administração: Pai e Mãe.

· Presidente – O pai. - Vivemos em um regime paternalista e a presença do pai é fator preponderante no estabelecimento de limites, já que, na formação da personalidade, o pai é a representação da lei. Fator desencadeante do rompimento do filho, com seu objeto de desejo, a mãe. Aqui, a lei exerce um papel saudável, ou seja, de fazer a criança perceber-se como um ser desapartado da mãe, com vida própria.

· Colaboradores - Os filhos.


MISSÃO
Buscar sempre manter uma unidade familiar, procurando preservar a individualidade de pensamento, ação e expressão de cada membro, tendo como foco o amor, a amizade, a educação para a felicidade de todos.


VISÃO DE FUTURO
Reconhecimento dos feitos dos antepassados pelos descendentes, pela formação de uma família exemplar, moldada pela honestidade, harmonia e felicidade dos membros. Constituindo-se como o caminho a ser seguido pelas próximas gerações.


VALORES CULTURAIS
Amor, educação, disciplina, gratidão, fidelidade e ética.


PRINCIPAL PRODUTO
Um ser humano provido de capacidade de amar, respeitar e grato pela própria existência.


LUCRO DESEJADO
União e bem-estar de todos os membros da família

FERRAMENTAS DE GESTÃO UTILIZADAS
Planejamento - o rumo a seguir.
Liderança - tomar iniciativas.
Comunicação - falar a mesma língua.
Motivação - aceitar e superar desafios.


INTERDEPENDENCIA

O sucesso de uma organização privada ou pública depende do sucesso de cada indivíduo, que depende do sucesso de sua família.

A Parábola das virgens

Mateus 25.2-13


Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo.
Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes.
As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas.
E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram.
Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro!
Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas.
E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando.
Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vis outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o.
E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta.
Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta!
Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço.
Vigia, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.

Moral:
O ser humano vive numa verdadeira ponte aérea entre o passado e futuro, esquecendo-se do presente, aonde a vida acontece plenamente e, é no presente, que o indivíduo pode re-significar o passado. Passando a limpo todas as frustrações e sofrimentos da vida adulta, fundamentados em traumas e repressões da vida infantil.
O futuro é mistério e a Deus pertence. No entanto, é no presente que definimos como será o futuro, já que conhecemos o que foi o passado.
O ser humano nunca chega ao futuro, ele vive o presente, que foi planejado para ser o futuro.
Se quiseres saber o que serás o teu futuro, pensa e olha para o que estás pensando, falando e fazendo agora, no presente. Amanhã, tua vida, saúde, relações familiares, profissão e negócios, serão uma copia melhorada, pelo planejamento, de tudo que vive e acontece hoje.
Quem planeja a vida e as atividades, têm maior possibilidade de viver o presente, que foi pensando como futuro, de forma melhor, mais produtiva, prospera e feliz, do que alguém que deixa a vida acontecer livremente, seguindo o rumo do vento. Homero disse: “Só há vento favorável para quem sabe onde quer chegar”. Assim, quem não planeja sua vida e atividades é análogo às folhas do coqueiro, ou ficam paradas ou a mercê do vento.