03/08/2014

Definição de saudade

Artigo do Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista

Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (...) posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além.
Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Comecei a freqüentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria. Vivenciei os dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento das crianças.  
Até o dia em que um anjo passou por mim! Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de químicos e radioterapias. Mas nunca vi o pequeno anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em seus olhinhos; porém, isso é humano!
Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. A resposta que recebi, ainda hoje, não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.
— Tio, — disse-me ela — às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade. Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!
Indaguei:
— E o que morte representa para você, minha querida?
— Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é? (Lembrei das minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, com elas, eu procedia exatamente assim.)
— É isso mesmo.
— Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!  
Fiquei "entupigaitado", não sabia o que dizer. Chocado com a maturidade com que o sofrimento acelerou, a visão e a espiritualidade daquela criança.
— E minha mãe vai ficar com saudades — emendou ela. Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei:
— E o que saudade significa para você, minha querida?
— Saudade é o amor que fica!
Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição melhor, mais direta e simples para a palavra saudade: é o amor que fica!
Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas, deixou-me uma grande lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores. Quando a noite chega, se o céu está limpo e vejo uma estrela, chamo pelo "meu anjo", que brilha e resplandece no céu.  
Imagino ser ela uma fulgurante estrela em sua nova e eterna casa. Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que me ensinaste, pela ajuda que me deste. Que bom que existe saudade! O amor que ficou é eterno.  
ATITUDE É TUDO!!!
Seja mais humano e agradável com as pessoas. Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.  
- Viva com simplicidade.
- Ame generosamente.
- Cuide-se intensamente.
- Fale com gentileza.
- E, principalmente, NÃO RECLAME!

Recebida por e-mail

25/07/2014

Os princípios enjaulados pela ganancia


            A dinâmica das relações humanas atuais, principalmente no tocante à educação, aquela que a família insere o filho na condição humana de perceber e aceitar o outro como semelhante, baseada em princípios ajustados com o passado dos anos, mas que compõe costumes e valores hereditários. Por vezes, aos olhos de quem consegue ver as pessoas e respeita-las, certamente deve ser invadido por sentimento nostálgico, de tempos não muito distante, que eram mais respeitadas.
Certamente a modernidade das relações liquidas, de pais sem tempo para acompanhar o desenvolvimento dos filhos, presos na culpa trocam o estabelecimento de limites, insumo da formação psicológica e moral, por presentes ou liberdade de atitudes dos filhos, aos olhos dos pais inofensivas brincadeiras de criança. No entanto, em muitos casos prejudiciais a quem esteja compartilhando o ambiente. Conclui-se que eles não sabem ou fecham os olhos para o futuro do adulto, que será a criança descuidada e não frustrada, com mais conteúdo e capacidade de interpretação, guardadas certas limitações.
            A impressão captável na forma de educação dos filhos é que são preparados para resultados e que o mundo é sempre um campo de batalha e a grande maioria das pessoas com quem irá conviver, seus inimigos. Deixando uma certa alusão que importante é o que se tem, e não o que se é. Comportamento estimulante à busca a qualquer custo de “coisas”, pois muitas não estão representadas conscientemente pelo individuo, árduo por possui-las, que torna-se presa fácil das inebriantes propostas de consumo. Use isso ou aquilo e serás o tipo que sonha ser, livre de frustrações e poderoso o suficiente para não depender de ninguém. Doce ilusão.
            Um exemplo da representação ter em detrimento do ser, é o que ocorre em uma cidade turística aqui de Goiás. Basta circular pelas ruas do centro da cidade abarrotadas de veículos, na região de barzinhos e restaurantes cheios de visitantes para testemunhar a passagem do Camaro amarelo, parado em fila dupla ou circulando lentamente, o motorista acelera fortemente o veículo continuamente, mesmo parado nos engarrafamentos, para chamar à atenção de quem observa ou passa, provavelmente dizendo “eu sou o cara”. Vale perguntar: será que o motorista sente-se senhor de si fora do carro? Ele é capaz de seduzir alguém sem a representação do carro?
            Parece que a busca descontrolada do ter empobrece o ser, cegando a pessoa para a realidade presente. Notícia veiculada em canais de comunicação de Goiânia, por volta do dia 15/7/14, noticiava a prisão de um jovem de aproximadamente 20 anos, que havia matado o pai para se apropriar de uma herança no valor de 80 mil. Valor atribuído pelo jovem à vida do pai. Outro caso estarrecedor foi a demonstração de irracionalidade do sujeito que amassou o carro de seu vizinho de garagem, empurrando-o com sua camionete em alta velocidade de macha ré. Como mostrado na tv, o carro amassado estava estacionado em cima da linha demarcadora do box. Ao descer do carro o motorista passou junto ao carro amassado e se quer olhou para o estrago feito no veículo alheio.
O ser educado é alguém que consegue reconhecer a presença, valor e direitos de seus semelhantes, independentemente de onde e com quem esteja.
            Se a educação primordial, aquela repassada pelos pais, referendada por pesquisa da UNESCO, concluindo que 75% da educação humana se dá na convivência familiar. É vital para a humanidade que seja mudar o foco para a formação de um sujeito efetivamente humano, que saiba reconhecer seus próprios valores e respeitar a si mesmo em todos os sentidos, só assim é capaz de respeitar e mesmo amar seu semelhante. Já que é impraticável, amar sem respeitar. Certamente a convivência humana terá um grande salto, com reflexos na redução dos conflitos, fruto do domínio, usado por pessoas que no íntimo, querem ser amadas, mas não são capazes de admitir, para não se parecerem fracas.

            Lauro Milhomem Coutinho

23/07/2014

Metade das empresas não chega ao terceiro ano


Estudo do IBGE analisou a dinâmica empresarial no Brasil entre 2007 e 2010. Para os pequenos empresários, resistir à burocracia é mais difícil.
Metade das empresas fundadas no país não resiste ao terceiro ano, e sucumbe principalmente à burocracia e à carga tributária que desestimula o investimento no setor produtivo. O levantamento mostra que do total de 464.700 empresas nascidas em 2007, apenas 51,8% sobreviviam três anos depois – e que 23,9% delas encerraram as atividades ao longo do primeiro ano de existência.
 
As maiores taxas das empresas consideradas sobreviventes encontram-se nas regiões Sul e Sudeste - 79,3% e 78,9%, respectivamente -, com índices acima da média nacional de 77,9%. Isso pode estar relacionado ao contingente maior de grandes empresas situadas nestes sete estados. "O índice de sobrevivência está diretamente relacionado ao porte da empresa. Se considerarmos só companhias sem empregados assalariados, por exemplo, a taxa de falência é maior: 54,7% saem do mercado no terceiro ano de atividade", salienta a analista do IBGE.

Erros mais comuns

FALTA DE PLANEJAMENTO: Muitos empresários começam a atuar sem fazer um plano de negócio. Antes de abrir uma empresa, é preciso estudar todos os aspectos que envolvem o negócio. Deve-se pesquisar quem será o público-alvo, fornecedores, custos fixos e variáveis, concorrência e localização adequada. Quanto mais informações o empreendedor tiver sobre seu ramo de atividade, maiores são as chances de sucesso.

COPIAR MODELOS EXISTENTES: É um equívoco reproduzir integralmente um modelo de negócio que já existe no mercado sem fazer inovações. No curto prazo, a cópia pode até trazer lucro, mas no médio prazo tende a não funcionar. O ideal é que o empreendedor se inspire em casos de sucesso para abrir seu negócio, mas saiba adaptá-lo à sua realidade para criar diferenciais. Para ter sucesso, é necessário haver alguma inovação em relação ao produto ou serviço oferecido pela concorrência.

NÃO ACOMPANHAR A ROTINA DA EMPRESA: Deixar a empresa só nas mãos de terceiros é arriscado. A dedicação é uma das principais qualidades de um empreendedor. Ele deve separar um determinado período do seu dia para verificar de perto a rotina de cada área da empresa. Se ele não tiver condições de fazê-lo, uma alternativa é trazer pessoas qualificadas para supervisionar cada setor. Porém, o empresário deve estar presente na empresa para fiscalizar o trabalho e para resolver problemas.

DESCONTROLE DO FLUXO DE CAIXA: Muitos empresários se perdem quando o assunto é administração. A empresa deve adotar um sistema de controle da entrada e saída de dinheiro. Em empresas menores, uma simples planilha consegue resolver o problema. Já empresas maiores podem optar por aplicativos mais elaborados para fazer este controle. Além disso, é preciso ter o hábito de checar as contas, de preferência todos os dias, e saber planejar o pagamento e recebimento dos recursos.

FALTA DE DIVULGAÇÃO DA MARCA: Não se pode esperar que o boca-a-boca garanta o sucesso da empresa. Para um marketing mais eficiente, o empresário tem de entender o mercado que quer atingir, saber onde o público dele está e do que ele gosta. A partir destas informações, estabelece-se uma estratégia e a propaganda ideal é direcionada para os clientes.

NÃO SE ADAPTAR ÀS NECESSIDADES DO MERCADO: Aquele empresário resistente às mudanças e fechado às novidades tende a ficar para trás. É importante que o empreendedor sempre se mantenha antenado às tendências do seu ramo de atividade. Ler matérias em jornais, sites e revistas ou conversar com clientes e fornecedores é de grande ajuda para conseguir mais informações sobre o mercado. O consumidor quer novidade e quem não se adaptar tende a perder espaço.

 Fonte:
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/no-brasil-metade-das-empresas-nao-chega-ao-terceiro-ano
http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2012/04/04/sebrae-lista-os-6-maiores-erros-de-quem-vai-a-falencia-saiba-como-evita-los.jhtm

17/07/2014

Relações objetais


O MOTEL

Luiz Fernando Veríssimo

Mirtes não se aguentou e contou para a Lourdes:
- Viram teu marido entrando num motel.
- A Lourdes abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estátua de espanto, durante um minuto, um minuto e meio. Depois pediu detalhes.
- Quando? Onde? Com quem?
- Ontem. No Discretíssimu's.
- Com quem? Com quem?
- Isso eu não sei.
- Mas como? Era alta? Magra? Loira? Puxava de uma perna?
- Não sei, Lu.
- Carlos Alberto me paga. Ah, me paga.
Quando o Carlos Alberto chegou em casa a Lourdes anunciou que iria deixá-lo e contou por quê.
- Mas que história é essa, Lourdes? Você sabe quem era a mulher que estava comigo no motel. Era você!
- Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir.
- Discretíssimu's!
Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram.
- Pois então?
- Pois então, que eu tenho que deixar você. Não vê? É o que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir.
- Mas você não foi enganada. Quem estava comigo era você!
- Mas elas não sabem disso!
- Eu não acredito, Lourdes! Você vai desmanchar nosso casamento  por isso? Por uma convenção?
- Vou!
Mais tarde, quando a Lourdes estava saindo de casa, com as malas, o Carlos Alberto a interceptou. Estava sombrio:
- Acabo de receber um telefonema - disse. - Era o Dico.
- O que ele queria?
- Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que, como meu amigo, tinha que contar.
- O quê?
- Você foi vista saindo do motel Discretíssimu's ontem, com um homem.
- O homem era você!
- Eu sei, mas eu não fui identificado.
- Você não disse que era você?
- O que? Para que os meus amigos pensem que eu vou a motel com a minha própria mulher?
- E então?
- Desculpe, Lourdes, mas...
- O quê???
- Vou ter que te dar uma surra...
 
CONCLUSÃO:
"DEVEMOS CUIDAR APENAS DA NOSSA SAÚDE,
POIS DA NOSSA VIDA, TODO MUNDO CUIDA."
 
Reflexão:
Existem pessoas que vivem presas ao que os outros estão pensando e falando sobre elas, esquecendo do que elas realmente são, pensam e sentem. Tornam-se órfãs de si mesma, fragilizando as relações familiares, profissionais e sociais.

28/05/2014

Felicidade: uma conquista diária


"Felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia" Mahatma Gandhi (1869-1948), advogado, político, pacifista indiano

            O sentimento de felicidade por se tratar de uma questão puramente subjetiva, nasce e se desenvolve no campo imaginário de cada pessoa, intensificando-se para a percepção de plenitude e autorrealização na proporção do autoconhecimento. Quanto maior a integração desenvolvida pelo sujeito em relação ao que pensa, fala e faz, maior é o domínio que terá de si mesmo. Isso minimiza a busca por objetos de consumo com a finalidade de promover estado de felicidade.
Erick Fromm, disse que se uma pessoa é o que ela possui (ter), então ela não é nada, porque os bens materiais são efêmeros e passageiros. O Ser, apesar de imaterial é real e permanente. Assim, pode-se afirmar que a verdadeira felicidade é um estado de plenitude alcançado pelo indivíduo que não depende de recursos externos para sentir-se feliz.
Salomão orientando através de provérbios disse: “Achastes mel? Come só o que te basta; para que porventura não te fartes dele, e venhas a vomitar”. 25.16.
            Claro que a vida do homem contemporâneo depende diretamente dos recursos materiais, sobretudo financeiros, para manter-se com o mínimo de dignidade. No entanto, a quantidade de recursos disponíveis não é garantia da ausência de angustia, ansiedade e depressão, alicerce da infelicidade.
Se olharmos além da palavra, captando o significado subliminar nela impresso, assim na palavra: PossuiDOR, encontra-se a dor do possuir que gera inquietação pela busca e gestão dos bens materiais, quando não ultrapassa os limites da convivência humana e desaba para disputas, que por vezes acabam em tragédias.
Vale pensar que acumular bens materiais não é antidoto para ressentimentos afetivos, decorrentes de relações tumultuadas vividas em um passado longínquo ou recente. Reunir bens e demonstrar poder não ajuda resgatar aquilo que foi perdido no tempo. Agir com bondade e amor é a melhor alternativa para um viver feliz.
A felicidade deve conquistada diariamente e a melhor estratégica é trazendo para a luz da consciência pensamentos, sentimentos e desejos desarticuladores da integridade, avaliando-os de forma criteriosa (adulta), suficiente para fazer escolhas que gerem atitudes e comportamentos mais apropriados aos planos pessoais de uma vida mais serena e perseverante.
Decida estar feliz e vigie sem tréguas seus pensamentos, sentimentos e desejos.

O livro descreve os aspectos e ferramentas fundamentais na gestão de uma empresa de moda, como ênfase para o segmento de roupas. Desta a importância da filosofia empresarial como norteadora da liderança no tocante a tomada de decisões e atitudes nos relacionamentos humanos. Demonstra o passo a passo de como definir e formalizar a estrutura organizacional, áreas, atividades, processos e funções. Mostra a importância do uso contínuo e coerente da ferramenta planejamento como meio de atingir os objetivos, estabelecer e manter padrões de qualidade de produto e gestão. Relata a moda como meio de comunicação humana, focando na organização das etapas necessárias à pesquisa, criação e ao desenvolvimento de produtos para compor coleções de moda, que atendam aos requisitos de qualidade, inovação e atratividade, exigidos pelo consumidor global.

Livro impresso:
Com o autor: Celular:062-8431.8498 - e-mail: laurocouti@gmail.com /  laurocout@hotmail.com.
Remessa pelos Correios - Brasil R$ 35,00

Copiadoras: Big Brother e Express - Av. Cora Coralina. Uma ao lado e a outra dentro do prédio do Campus - Goiânia da Universidade Salgado de Oliveira.
Livraria Leitura – Goiânia Shopping e Revistaria no Shopping Flamboyant - Custo: R$ 30,00 -

Livro digital: preço R$ 15,90


28/01/2014

Por que fazer Coaching?


 
O processo coaching é uma ferramenta usada para melhorar aspectos da vida pessoal e profissional, daqueles que compreendem e concordam que a mudança é uma maneira de ajuste e potencialização do modo de viver plenamente.

É um processo com começo, meio e fim, utilizado como gerador de novas perspectivas e oportunidades, que resulta em um significativo aumento no nível de satisfação e mais felicidade. Possibilita à pessoa reconhecer seus potencias e entender seu papel na vida pessoal e profissional, passando a encarar os desafios da vida com maior segurança e alegria.

O alvo deve ser a conciliação e o alcance dos desejos pessoais em equilíbrio com os demais aspectos da vida.

O processo acontece através de reuniões, com frequência e duração definidas (aproximadamente: 12 reuniões de 60 minutos cada) a partir dos objetivos a serem atingidos estabelecidos na contratação do serviço.

Áreas que podem ser trabalhadas no processo coaching:

·        Autoconhecimento – entender preferencias psicológicas e estilo pessoal. Perceber pontos fortes e pontos fracos. Avaliar o nível de estresse e minimizá-lo. Fazer auto avaliação do estágio de vida atual.

·        Planejamento pessoal – estabelecer objetivos claros e alcançáveis. Descobrir a missão de vida. Definir o caminho para atingir os objetivos. Sonhar alto, acreditar e investir na realização do sonho.

·        Recursos potencializados – Entender os mecanismos da motivação. Aprimorar a confiança e a autoestima. Tornar-se confiante e assertivo(a). Desenvolver habilidades de comunicação e relacionamentos eficazes. Ampliar a capacidade de convencimento e negociação. Desenvolver a competência para resolução de conflitos.

·        Eliminação de limites e bloqueios – analisar a fonte do medo e da ansiedade. Modificar comportamentos indesejados. Resolver conflitos internos. Priorizar valores internos. Aprender a lidar com frustrações e perdas. Adquirir a capacidade de recomeçar e se auto avaliar constantemente.
 

Benefícios possíveis:

            Respostas às principais perguntas de vida: Onde estou agora? Quais são meus pontos fortes e meus pontos fracos? Como otimizar meus recursos e potencialidades? Quais são meus desejos de realizações? Para onde estou indo? Como é possível resolver este meu problema particular? Como posso melhorar meus relacionamentos? Como ser bem sucedido(a)?


O que esperar do coaching

            O coaching é a técnica comportamental mais discutida nos últimos tempos e as empresas estão ávidas por implementar não somente a técnica, mas também a cultura do Coaching nas mentes e corações de líderes e colaboradores. O coaching tem o propósito de formar pessoas capazes de pensar por si mesmas, atingir resultados e transformar constantemente o ambiente, promovendo mudanças e encontrando novas formas de fazer resultados favoráveis.

           

Lauro Milhomem Coutinho

Personal Coach

Formado na AIC - Academia Internacional de Coaching

05/01/2014

Depressão – a doença da alma


Consta que o termo depressão foi usado primeiramente na língua inglesa para descrever o estado de desanimo, em meados de 1660. Deriva do latim “depressare, do verbo deprimere” (De = para baixo; Premere = pressionar).

Popularmente, depressão designa um sintoma ou síndrome, um estado afetivo ligado à tristeza. Conhecida como Transtorno Obsessivo Maior, a depressão é um transtorno psiquiátrico que afeta pessoas de todas as idades, por motivos diversos.

A depressão já é considerada por muitos como “a doença do novo milênio”. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), ela se situa em quarto lugar entre as principais causas de ônus entre todas as doenças. A depressão afeta aproximadamente 120 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 17 milhões de pessoas são portadoras da síndrome.

Os números mostram uma tendência grave, indicando que por volta de 2020, ela seja a segunda maior causa de incapacitação para o trabalho. Estima-se que em 2030, será o mal mais presente no planeta, à frente de câncer e de doenças infecciosas.

No Brasil, levantamento realizado em 2007, pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), constatou que 74.418 trabalhadores foram afastados de suas atividades em decorrência de depressão.

Até recentemente, a depressão era comum em adultos com mais de 40 anos, hoje já é comum entre indivíduos com 25 anos.

Segundo o Dr. Dráuzio Varela, os principais sintomas são: 1) alteração de peso (perda ou ganho de peso não intencional); 2) distúrbio de sono (insônia ou sonolência excessiva praticamente diárias); 3) problemas psicomotores (agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias); 4) fadiga ou perda de energia constante; 5) culpa excessiva (sentimento permanente de culpa e inutilidade); 6) dificuldade de concentração (habilidade diminuída para pensar ou concentrar-se); 7)) ideias suicidas (pensamentos recorrentes de suicídio ou morte); 8) baixa autoestima; 9) alteração da libido.

O Dr. Dráuzio Varela diz que os quadros leves costumam responder bem ao tratamento sicoterápico. Nos graves e com reflexo negativo sobre a vida afetiva, familiar, e profissional e em sociedade, o acompanhamento médico e a indicação de antidepressivos, são fundamentais para tirar a pessoa da crise.

A causa exata da depressão continua desconhecida.

            Referência: Revista de Psicanalise n. 22 pagina 42

27/12/2013

O que é o processo Coaching?


A história do Coaching começou a ser escrita há alguns séculos na Grécia Antiga, por alguns importantes filósofos da época: Sócrates, Platão e Aristóteles. Embora eles não usassem o termo "coaching", faziam uso de um processo de perguntas que levava as pessoas a refletirem sobre as respostas desejadas, possibilitando novos entendimentos, consequentemente novas opções. Isso é o a base do Coaching. Fazer perguntas poderosas que ampliem a consciência e que levem a pessoa a ter novas percepções, é uma das principais habilidades que um Coach tem que ter.

Ainda no processo histórico, em 1500, o termo Coach foi utilizado para nomear os condutores de carruagem, pessoas responsáveis em levar uma pessoa de um ponto “A’” até um ponto “B”.

Na Década de 70, o americano Timothy Gallwey, foi um dos pioneiros no desenvolvimento dos conceitos de Coaching, obtendo grande destaque como orientador de tenistas e golfistas famosos. Para a época, seu método foi considerado revolucionário, pois levou os atletas a se destacarem, e a diferença estava em trabalhar não somente aspectos técnicos do jogador, mas também aspectos comportamentais, em especial o que eles pensavam e o seu nível de concentração.

A partir de 1980, com a expansão do Vale do Silício, o Coaching entra no mundo organizacional como um processo de realização de metas e se consolida como profissão no mundo dos negócios e, desde então, cada vez mais, indivíduos e organizações reconhecem o valor de um Processo de Coaching para melhoria de performance, alcance de equilíbrio e resultados extraordinários.

Nos últimos anos, o Coaching, um processo que pode ser realizado individualmente ou em times, vem ganhando credibilidade e conquistando respeito e reconhecimento em diferentes partes do mundo, incluindo o Brasil, onde tem sido cada vez mais procurado por pessoas e organizações. O Sucesso do Coaching, está associado ao fato de oferecer excelentes benefícios, especialmente economia de tempo e retorno do investimento traduzido em resultados.

Vale ressaltar que:

·         Nos EUA, 22% das pequenas empresa utilizam algum tipo de Coaching e a projeção garante um aumento de 50% nos próximos anos. (Infinita Research).

·         Um estudo publicado no Public Personnel Management Journal, conclui que profissionais que participaram de treinamentos gerenciais aumentaram em 22,4% sua produtividade. E aqueles que tiveram Coaching, após esse mesmo treinamento, aumentaram sua produtividade em 88%.

·         Segundo a Revista Fortune, mais de 40.000 Executivos possuem Coaches nos Estados Unidos.

·         Um mercado de 2,4 bilhões de dólares (só nos Estados Unidos) cresce 18% ao ano de acordo com o Market Data Report.

·         88% das Organizações no Reino Unido utilizam Coaching de acordo com a Bristol University.

·         Em países como a Austrália, 70% das empresas contratam Coaches.

·         Estudos da "FastCompany.com" relatam que:

·         43% dos CEO’S e 71% dos Altos Executivos já trabalharam com um Coach

·         63% das Organizações tem planos de aumentar a utilização de Coaching

·         93% dos Líderes que atuaram com Coches, planejam recontratar ou continuar os trabalhos.

·         De acordo com o "The Economist", o Executive e Bussiness Coaching crescem 40 % ao ano.

 

Lauro Milhomem Coutinho

Personal Coach

A lição de equipe e liderança dos gansos


 
No outono, quando se vê bandos de gansos voando rumo ao Sul, formando um grande “V” no céu, indaga-se o que a ciência já descobriu sobre o porquê de voarem desta forma. Sabe-se que quando cada ave bate as asas move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave imediatamente de trás. Ao voar em forma de “V”, o bando se beneficia de pelo menos 71% a mais de força de voo do que uma ave voando sozinha.

Sempre que um ganso sai do bando, sente subitamente o esforço e a resistência necessários para continuar voando sozinho. Rapidamente, ele entra outra vez em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado pela ave que voa imediatamente à sua frente.

Quando um ganso líder se cansa, ele muda de posição dentro da formação e outro ganso assume a liderança.

Os gansos de trás gritam encorajando os da frente para que mantenham a velocidade.

Quando um ganso fica doente ou é ferido, dois gansos saem da formação e o acompanham para ajuda-lo e protege-lo. Ficam com ele até que consiga voar novamente ou até que morra. Só então levantam voo sozinhos ou em outra formação, a fim de alcançar seu bando.

 

Reflexão:

Muita coisa seria diferente nos relacionamentos e resultados pessoais, familiares e empresariais se os humanos praticassem as lições dos gansos.

16/12/2013

O brasileiro é o profissional mais estressado do mundo


O brasileiro é o profissional mais estressado do mundo, segundo pesquisa realizada pela consultoria de recrutamento Robert Half.

Motivo principal é o excesso da carga de trabalho. Fadiga mental, mudança de humor e alteração de peso são consequências.

A pressão por resultados, o excesso de trabalho e a falta de reconhecimento são fatores que tornam os profissionais brasileiros os mais estressados do mundo. A pesquisa foi feita em 13 países com diretores de grandes empresas.

No Brasil, 42% dos entrevistados afirmaram que os funcionários enfrentam estresse e ansiedade, número muito acima da média mundial, que é de 11%. Os dados do Ministério da Previdência confirmam o problema: desde 2010 houve um aumento de 41,9% no número de afastamentos causados por estresse grave e dificuldade de adaptação.

“O que no passado era feito por 10,15 trabalhadores, hoje é feito por um, dois ou três. Então, há um aumento da sobrecarga mental, da responsabilidade no ambiente de trabalho e isso também gera adoecimento mental. Isso também agrava as funções psicológicas e mentais do trabalhador”, analisa Marco Antonio Peres, diretor do Departamento de Políticas de Saúde Ocupacional do Ministério da Previdência.

Entre os sintomas causados pelo estresse estão: a fadiga mental, quando a pessoa dorme e acorda cansada, a mudança repentina de humor e a alteração de peso (tem gente que engorda ou emagrece em pouco tempo).

Em Curitiba, uma montadora criou estratégias para diminuir os efeitos da pressão por resultados, como horário flexível, academia de ginástica e aulas de dança para os funcionários.

O investimento da empresa na qualidade de vida dos trabalhadores se reflete diretamente nos resultados da montadora. Como funcionário feliz rende mais e trabalha melhor, na empresa não há afastamentos por estresse. Bom para os dois lados, empresa e empregado.

Jornal Hoje – Rede Globo - Edição do dia 16/12/2013

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2013/12/brasileiro-e-o-profissional-mais-estressado-do-mundo-revela-estudo.html

11/12/2013

Narcisismo


Segundo Fromm, “o narcisismo, pode, assim, ser descrito como um estado da experiência em que só a própria pessoa, seu corpo, suas necessidades, seus sentimentos, seus pensamentos, seus atributos, tudo e todos que lhe pertençam são experimentados como plenamente real, enquanto tudo e todos que não formam parte da sua pessoa ou não constituem objeto de suas necessidades não são tidos como interessantes, não são plenamente reais, são percebidos apenas por meio de um reconhecimento intelectual, enquanto afetivamente sem peso e sem cor.

Uma determinada pessoas, na medida em que seja narcisista, tem um modelo duplo de percepção. Só ela e o que lhe pertença têm significação, enquanto que o resto do mundo mostra-se mais ou menos sem peso ou sem qualquer colorido. Devido a esse modelo duplo, a pessoa narcisista exibe graves defeitos de julgamento e mostra-se carente frente à objetividade.

Frequentemente, a pessoa narcisista consegue um senso de segurança em sua convicção subjetiva quanto à sua perfeição, a sua superioridade sobre os outros, às suas qualidades extraordinárias, e não como resultado de seu relacionamento com os outros, ou através de qualquer trabalho real ou realização devida apenas a seus méritos. Precisa agarrar-se à sua própria imagem narcisista, uma vez que o seu senso de valor assim como sua identidade estão baseados nela. Se o narcisismo é ameaçado, a pessoa vê-se ameaçada numa área vitalmente importante. Quando os outros ferem o seu narcisismo, ao desfeitearem a pessoa, criticando-a, expondo-a, quando disse alguma coisa errada, batendo-a num jogo qualquer ou em numerosas outras oportunidade, a pessoa narcisista geralmente reage com ódio intenso ou com raiva, mostre ou não isso ou tenha mesmo dela consciência. A intensidade dessa reação agressiva pode ser vista, frequentemente, no fato de que uma pessoa assim nunca perdoará alguém que lhe tenha ferido o narcisismo e geralmente sente um desejo de vingança que seria menos intenso se o seu corpo ou suas qualidades não tivessem sido atacadas.

A maioria das pessoas não tem consciência de seu próprio narcisismo, mas apenas das manifestações que não o revelam. Dessa forma, por exemplo, sentem admiração desordenada pelos pais ou pelos filhos, e não sentem qualquer dificuldade em expressar esses sentimentos porquanto um comportamento desse tipo é geralmente julgado positivamente como piedade filial, afeição paterna, ou lealdade; mas se tivessem de expressar os sentimentos a respeito de si próprias, de modo a dizerem que “Sou a pessoa mais maravilhosa do mundo”, “Sou melhor do que ninguém”, etc., ficariam suspeitas não apenas de serem extraordinariamente vãs,, como também de não serem perfeitamente sadias. Por outro lado, se alguém consegue realizar alguma coisa que encontra reconhecimento no campo da ciência, da arte, dos esportes, do mundo dos negócios, da política, sua atitude narcisista parece não apenas realista e racional, mas ainda constantemente alimentada pela admiração de terceiros. Nesses casos, pode dar plena liberdade ao seu narcisismo, porquanto o mesmo está socialmente sancionado e confirmado” (1987, p. 272-273).

O narcisista é parte integrante da vida familiar, social, política, religiosa e profissional, ocupa posições de destaque em todos os tipos de organizações. Focado apenas em si e nos seus, impede a fluidez das relações e consequentemente contribui para o surgimento de conflitos, que infectam os ambientes de tristeza, gerando disputas e sofrimento.

O narcisismo é tipicamente uma atitude infantil. A criança fechada em seu mundo não consegue dividir algo ou alguém, sem se perder.

Uma meta importante do ser humano é refletir constante sobre sua própria integridade e perceber que não perde nada e nem perde-se quando divide algo ou a companhia de alguém com outras pessoas. Ser um ativo porteiro do que pensa, sente e deseja é uma atitude positiva rumo a paz na convivência humana.

Mudar o mundo começa com a prática natural e diária de atos de amor e bondade.

Referência: FROMM, Erich. Anatomia da destrutividade humana. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1987.

 

Lauro Milhomem Coutinho

09/12/2013

O mundo tem mais pessoas descontentes do que felizes com o trabalho

Forbes Brasil
Susan Adams - ‎domingo‎, ‎20‎ de ‎outubro‎ de ‎2013

Se você vai trabalhar todos os dias desanimado e infeliz, saiba que não está sozinho. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo instituto Gallup, há no mundo muito mais funcionários desestimulados, que odeiam seus empregos, do que trabalhadores engajados, que amam seus trabalhos.

O instituto mede a satisfação profissional desde 1990. Até hoje, já foram entrevistados 25 milhões de trabalhadores em 189 diferentes países. A versão mais recente da pesquisa reuniu informações de 230 mil funcionários de tempo integral e parcial em 142 países.

Apenas 13% dos funcionários sentem-se estimulados em seus empregos. Isso significa que eles são apaixonados por suas atividades, possuem uma profunda conexão com seus chefes e passam seus dias levando inovação para as suas empresas.

A vasta maioria, cerca de 63%, estão “desestimulados”, o que significa que eles estão descontentes, mas não extremamente desanimados. Ou seja, eles investem pouca energia nas atividades profissionais.
Outros 24% estão na categoria que a Gallup chama de “ativamente desestimulados”, o que significa que eles odeiam o trabalho. Muitas vezes, fingem que trabalham e prejudicam os objetivos dos colegas.

Somando-se as duas últimas categorias, temos espalhados no mundo 87% de profissionais “emocionalmente desconectados de seus ambientes de trabalho e com pouca probabilidade de serem produtivos”.

Em outras palavras, o trabalho é mais uma fonte de frustração do que de satisfação para aproximadamente 90% dos trabalhadores no mundo. Isso significa que a maioria dos escritórios é menos produtivo do que poderia ser e os empregadores são menos propensos a criar novos cargos.

Para fazer seu levantamento, o Gallup reuniu 12 afirmações, às quais os entrevistados tinham que responder “sim” ou “não”. São elas:
1. Eu sei o que é esperado de mim no trabalho.
2. Eu tenho material e equipamento necessários para fazer meu trabalho corretamente.
3. No trabalho, eu tenho oportunidade de fazer o que sei de melhor todos os dias.
4. Nos últimos sete dias, recebi reconhecimento ou elogio por ter feito um bom trabalho.
5. Meu supervisor, ou alguém do trabalho, parece se preocupar com minha pessoa.
6. Há alguém no trabalho que incentiva minha evolução.
7. No trabalho, minha opinião parece contar.
8. A missão ou propósito da minha empresa me faz sentir importante profissionalmente.
9. Meus associados ou colegas estão engajados em fazer um trabalho de qualidade.
10. Eu tenho um melhor amigo no trabalho.
11. Nos últimos seis meses, alguém do trabalho falou comigo sobre meu progresso.
12. No último ano, eu tive oportunidade de aprender e crescer no meu trabalho.

No Brasil

O Brasil tem 27% de pessoas satisfeitas com suas profissões. Ainda assim, 62% estão descontentes e 12% odeiam suas atividades. Os números do país são melhores do que em qualquer outro lugar da Europa Ocidental.

Por exemplo, na França, apenas 9% realmente gostam de seus empregos, 65% estão descontentes e 25% odeiam a profissão. A Alemanha vai um pouco melhor, com 15% satisfeitos, 61% desestimulados e 24% que não gostam de suas ocupações.

Os maiores níveis de desestímulo estão no norte da África e no Oriente Médio. Isso parece previsível, devido à guerra civil na Síria. Cerca de 45% das pessoas estão extremamente descontentes com a profissão. A Argélia tem 53% de descontentes e a Tunísia, 54%.

As menores proporções de funcionários felizes estão na Ásia Oriental, onde, no geral, apenas 6% dos trabalhadores se sentem estimulados. Esse número vale para a China, onde apenas 6% dos funcionários estão felizes. Outros 68% estão em desanimados e 26% muito descontentes.

Os números no Japão surpreendem. Apenas 7% estão contentes com seus trabalhos e 69% estão desestimulados. Outros 24% odeiam suas profissões.

Os Estados Unidos, por sua vez, possuem uma das melhores estatísticas do mundo, com30% de trabalhadores contentes, 52% sem estímulo e 18% que odeiam suas atividades. Esses números não são ideais, mas estão acima da média.


Mas você quer saber onde os trabalhadores são realmente felizes? No Panamá. Lá, 37% das pessoas amam seus empregos, 51% estão desestimuladas e 12% infelizes com suas profissões.

Mandela: uma lição de liderança


Mandela deixa para a humanidade a grande lição sobre o ato de educar. Demonstrando com sua vivencia, que a educação não é apenas a transferência de conteúdo, mas sobretudo a viabilização de fatores que contribuem para a inserção do sujeito na condição humana.

Espera-se que o legado de Mandela desperte nas pessoas o sentimento de buscar incansavelmente a solução dos conflitos inerentes ao viver humano, sem ressentimento paralisante, com espirito desarmado de arrogância, superioridade ou inferioridade, pois, só assim, será possível a construção de caminho alternativo, que atenda às necessidades de ambas as partes. O caminho alternativo sempre é possível, quando o amor e a bondade são usados como meio para o fim desejado.

Educar é um projeto permanente na vida do ser humano, seja o sujeito, líder ou liderar, aluno ou professor. Julgar-se pronto é falta de sensibilidade para entender o que a vida tem por ensinar.

A educação verdadeira é a que coloca as relações humanas como fator principal, pois não adianta alguém conseguir todos os títulos que o diferencie profissionalmente, se tudo que aprendeu não o capacitou para entender que o ser humano é um ser afetivo e necessita do afeto, que funciona como combustível para as outras realizações pessoais. A realização afetiva, fruto dos relacionamentos é primaria na vida humana, sem ela, outras realizações não tem sentido.

O educar essencialmente humano, capacidade o ser a acolher, mesmo que apenas visualmente os demais. Tornar o outro invisível, algo comum nos corredores de empresas, escolas, universidades, clubes e outros pontos de convivência humana é uma maléfica forma de segregação presente na contemporaneidade.

A grande lição de Mandela: O líder precisa ser e demonstrar em ações e atitudes aquilo que espera dos outros. Este momento de tristeza pela sua partida pode ser uma oportunidade para que pais, professores, empresários, diretores, gerentes ou quem quer que esteja em um papel de comando, em todos os tipos de atividades que envolva ação humana, possa parar e refletir se suas ações estão focadas na agregação ou na segregação do afeto humano. Nuca é tarde para mudar, mas pode ser tarde para perdoar e receber o perdão de alguém. A culpa gerada pela sensação de não ter sido desculpado ou perdoado por uma atitude incoerente ou mesmo um erro reconhecidamente cometido é um fator aniquilante, que se manifesta em forma de crise, violência, vingança, isolamento, doença e morte.

Lauro Milhomem Coutinho

Psicanalista/Coach/professor

11/09/2013

Os 5 principais arrependimentos de pacientes terminais


 
Publicado em 25 de fevereiro de 2011, Bronnie Ware trabalha com pacientes perto do fim da sua vida – pacientes terminais. Neste post, ela escreve sobre os principais arrependimentos que vieram à tona aos seus pacientes em seu leito de morte. Os cincos principais seguem abaixo:
 

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira para mim, e não a vida que os outros esperavam de mim.

Este foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinha honrado a metade dos seus sonhos e morreram sabendo que era devido às escolhas que fizeram, ou deixaram de fazer.

É muito importante tentar realizar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo do caminho. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade que poucos percebem, até que já a não têm mais.

 
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.

Isto veio de todos os pacientes do sexo masculino que eu acompanheiEles perderam o crescimento de seus filhos e o companheirismo do parceiro. As mulheres também citaram este arrependimento, mas como a maioria era de uma geração menos recente, muitos dos pacientes do sexo feminino não tinham sido chefes de família. Todos os homens que eu acompanhei se arrependeram profundamente de passar tanto tempo da sua vida com foco excessivo no trabalho.

Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo do caminho, é possível não ter que precisar de um salário tão alto quanto você acha. E criando mais espaço em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, mais adequado ao seu novo estilo de vida.

 

3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.

Muitas pessoas resguardaram seus sentimentos para manter a paz com os outros. Como resultado, tiveram uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam, como resultado.

Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, embora as pessoas possam reagir quando você muda a maneira de falar com honestidade, no final a relação fica mais elevada e saudável. Se não ficar, é um relacionamento que não vale a pena guardar sentimentos ruins. Você ganha de qualquer maneira.

 

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos.

Muitas vezes os pacientes terminais não percebiam os benefícios de ter por perto antigos e verdadeiros amigos até a semana da sua morte, e nem sempre foi possível encontrá-los. Muitos haviam se tornados tão centrados em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro se diluírem ao longo dos anos. Havia muitos arrependimentos por não dar atenção a estas amizades da forma como mereciam. Todos sentem falta de seus amigos quando estão morrendo.

É comum que qualquer um, em um estilo de vida agitado, deixe escapar amizades. Mas quando você se depara com a morte se aproximando, os detalhes caem por terra. Não é dinheiro, não é status, não é posse. Ao final, tudo se resume ao amor e relacionamentos. Isso é tudo o que resta nos dias finais: amor.

 

5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz.

Este é surpreendente. Muitos não perceberam, até ao final da sua vida, que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto”. O medo da mudança os fazia se fingir aos outros e a si mesmos, enquanto lá no fundo ansiavam rir e ter coisas alegres e boas na vida novamente.

 

Vida é escolha. A vida é SUA. Escolha com consciência, com sabedoria, com honestidade. Escolha ser feliz.